INSCRIÇÕES ABERTAS – ANTOLOGIA POESIA EM CAIXA-ALTA (até 29/12/17)

 

Antologia_Inscrições Abertas

Estão abertas as inscrições para publicação na ANTOLOGIA POESIA EM CAIXA-ALTA.

DAS REGRAS DE PARTICIPAÇÃO:

O tema é livre.

Cada autor poderá participar enviando sua poesia, inédita ou não.

As inscrições estarão abertas até o dia 29/12/17.

A antologia não é concurso, e todos os inscritos que tiverem os textos aprovados poderão ter seus escritos publicados na antologia.

Ao efetuar a inscrição, o autor assume a autoria da obra e aceita as condições aqui definidas.

Todos os textos devem ser enviados em formato.doc. O arquivo deve estar em folha configurada no formato A4, fonte Times New Roman tamanho 12 pt, com texto justificado e espaçamento entre linhas de 1,5 pt., sem imagens.

É vedada a participação de menores de 16 anos, exceto com a autorização dos pais ou responsáveis.

No período de editoração, o autor receberá suas páginas diagramadas em arquivo (pdf) para aprovação.

DOS CUSTOS:

Caso for aprovado, o autor se comprometerá a pagar o valor de R$ 70,00 (setenta reais), por página publicada (máximo de 5 páginas), referente às despesas de publicação da antologia e correios.

O autor receberá 1 (um) exemplar do livro por cada página contratada.

Os textos deverão ser digitalizados e encaminhados por e-mail, com título, biografia resumida (até 5 linhas), foto e endereço completo do autor para envio dos livros via correios, para o e-mail: antologias@portodelenha.com

O pagamento deverá ser realizado por depósito bancário, logo após a confirmação e aprovação da inscrição.

Obs.: Todas as poesias serão publicadas em Caixa-Alta (Caixa alta é uma expressão usada na tipografia para referir a escrita com letras maiúsculas. É o mesmo que versais ou capitais).

Os nomes dos autores serão divulgados no Blog da editora Porto de Lenha (www.portodelenha.com/blog) no dia 05/01/2017.

É de responsabilidade do participante a autoria do texto apresentado.

O texto não será de uso exclusivo da Editora, podendo ser utilizado posteriormente em outras publicações pelo (a) autor (a).

Ao enviar a obra, os autores permitem a publicação e comercialização do texto em forma de livro impresso, no qual terá tiragem limitada.

Após envio do texto para o email: antologias@portodelenha.com o autor receberá em até 48 horas a resposta se o texto foi aprovado ou não.

Exemplares avulsos poderão ser adquiridos pelos autores através da editora, com descontos.

Os livros serão despachados pelos Correios para o endereço informado pelo autor, no Brasil, mediante a inscrição.

A ANTOLOGIA POESIA EM CAIXA-ALTA é uma realização da editora Porto de Lenha que tem como missão a divulgação do livro, o incentivo à leitura e o apoio na formação de novos escritores.

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RESULTADO: Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos – PRÊMIO PORTO DE LENHA DE LITERATURA 2017

RESULTADO DO PRÊMIO PORTO DE LENHA DE LITERATURA

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1º LUGAR: Maria Apparecida Sanches Coquemala (SP)

2º LUGAR: Sérgio Buchholz Sottili (RS)

3º LUGAR: Airton Souza (PA)


1º lugar receberá troféu e publicação de livro solo conforme especificado no edital

2º e 3º lugar receberão medalhas de reconhecimento


Confira o nome dos autores publicados na

Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos 2017

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www.portodelenha.com

Em homenagem a Machado de Assis, a 3ª Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos reúne um total de 81 autores dos quatro cantos do Brasil. Confira:


Aderaldo Pereira dos Santos. 56 anos. Professor de História da FAETEC e do DEGASE. Doutorando em Educação da UFRJ e mestre em Educação pela UERJ.

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Adriano Soares é natural do Rio de Janeiro-RJ. Escreve desde 1992 e possui três livros publicados: Flores & Camisa-de-Força (2007); A Caminho do Céu (2009) e O Bobo da Corte (2017). O autor é membro da APALA (Academia Pan-Americana de Letras e Artes).

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Adriely Rodrigues. Nascida 1997, nas terras nordestinas e quentes de uma cidade chamada Sobral, no estado do Ceará. Estudante de Letras-Inglês na Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA). Movida pela poesia e livros alheios, busca nas palavras novos significados para o mundo. Amante de café e das artes, espera não apenas existir, mas viver.

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Ágatha Suellen começou sua carreira na escrita a partir dos sete anos. Suas obras são feitas a partir da reflexão da vida, criando cenas e acontecimentos reais ou criados por ela mesma. A maior parte de suas criações são poemas. Seus planejamentos estão interligados em busca de seu primeiro livro e da entrada no curso de Letras.

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Airton Souza é poeta e professor, nasceu em Marabá, no Pará. Possui uma intensa atividade voltada à promoção do livro e leitura.  Já venceu vários prêmios literários entre eles: Prêmio Proex de Literatura, Prêmio Cannon de Poesia, Prêmio LiteraCidade de Prosa, Prêmio Dalcídio Jurandir, com o livro Ser não sendo, o IV Prêmio Proex de Arte e Cultura, com o livro manhã cerzida, III Prêmio de Literatura da UFES, com o livro Cortejo & outras begônias entre outros.

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Alberto Alencar é escritor tendencioso ao decadentismo e à subversão. Publicou os livros Conversando com a Noite (2009), Cinco Contos Românticos e Algumas Poesias (2015) e O Intrépido da Baixa Augusta & Desencantos da Lobo D´Almada (2017). Participou de algumas antologias e tem diversos textos publicados em blogs e fanzines.

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Amauri Sales Barbosa nasceu na cidade de Congo-PB, no ano de 1979, filho de Antônio Sales Filho e Auzira Barbosa Sales. Fez suas primeiras poesias com apenas três anos de idade e aos 15 anos tornou-se cantador repentista e também compositor, radialista e faz palestras sobre temas como a arte da cantoria, literatura de cordel e Augusto dos Anjos vida e obra.

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Ana Carlota Rilho. Pernambucana nascida no Recife, reside em Gravatá. Professora, escreve prosa desde os 17 anos e, mais recentemente, poesia. Tem participado de algumas antologias poéticas e concursos. Aprecia o ler e o escrever desde criança.

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Ana Claudia Barbosa nasceu em 05 de fevereiro de 2003 em Ibiassucê, BA. Descobriu o gosto pela escrita aos sete anos de idade quando os livros começaram a preencher sua estante e seu dia-a-dia. Começou escrevendo poesias e com o tempo dedicou-se a outros gêneros como crônicas e cordéis. Participou da Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos da edição 2016, pela Editora Porto de Lenha.

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Ana Maciel (Porto Velho, 1994) é graduada em Letras pela Universidade Federal de Rondônia. É poeta estreante, dona de partos e suspiros Ana se abre à transgressão da linguagem e se expõe às margens longínquas do formalismo, tornando-se ainda mais desmembrada nos (des)limites do corpo avesso e aberto às transgressões do poema.

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André Guterres Garcia. Nascido em Curitiba-PR, em 1982. Graduado em Letras Português/Inglês, pela Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). Há oito anos leciona em escolas de idioma e há três é funcionário do Quadro Próprio do Magistério (QPM) da Secretaria de Estado da Educação do Paraná (SEED).

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Armison Rodrigues Pereira. Nascido em Trombas-Go, no ano de 1992. “Licenciado em Geografia, atualmente estou como professor. Aprecio a leitura, pois ela antes de qualquer fato nos humaniza. Vivo a intuição poética como o ultimo cálice entornado, como drama desta existência pueril, enigmática. A escrita é, para mim, uma experiência de linguagem inaugural, um emergir, um vir a ser no mundo.”

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Bárbara Natália Lages Lobo, Doutora e Mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, autora do livro “O Direito à Igualdade na Constituição Brasileira”, Professora de Direito Constitucional e Direito Material e Processual do Trabalho.

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Brunno Vianna de Andrade é historiador e dramaturgo. Venceu o Concurso Literário Machado de Assis promovido pelo Jornal Extra do Rio de Janeiro em 2008 e participou de setenta e oito antologias, entre elas: “Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos da Editora Porto de Lenha que homenageia a escritora Clarice Lispector.

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Christina Magella nasceu em Conselheiro Lafaiete em 27 de julho de 1960. Residente em Cristiano Otoni há mais de 55 anos, então uma cristianense com orgulho. Graduada professora de Língua Portuguesa e Inglês e pós-graduada em Língua Portuguesa e Literatura. Professora aposentada da Escola Estadual “Coronel Alcides Dutra”, situada em Cristiano Otoni, onde estudou e trabalhou por 30 anos. A poesia se tornou um gosto e uma expressão. Poetisa palavras e fotos.

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Cleane da Silva de Lima. Professora, apaixonada pela literatura e adora se aventurar pelos caminhos literários, tem como paixão leituras de diversos gêneros. Assim como sua determinação e desejo em se enveredar pela literatura.

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Cleidimar Silva de Lima, poeta e contista. Graduada em Turismo pela Universidade Federal do Piauí- UFPI. Graduando em letras Português pela Universidade Estadual do Piauí – UESPI. Publicou no Sesc escrever sem fronteiras, de Parnaíba e na antologia Poemar e amar.

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Cristiane da Silva Freitas, Amazonense, Licenciada em Pedagogia – UEA, Pós-graduanda em Gestão e Supervisão Escolar e em Psicopedagogia – IDAAM, Graduanda em Língua e Literatura Espanhola – UFAM. Participou da Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos 2016, Antologia de Poesias, Contos e Crônicas CANARINHO 2017, ambos pela editora Porto de Lenha, e da Antologia de Prosa ou Verso Poemar e Amar pela editora Fonte de Papel.

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D. Murad. Paulistana no Rio de Janeiro, Dandara é apaixonada por cães, viciada em livros e amante de música. Gosta de escrever seus pensamentos em forma de romances levemente autobiográficos e poemas salpicados de sentimento. Apesar de ser realista, prefere ver o copo da vida meio cheio.

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Daniel Furlan nasceu em Juiz de Fora, no ano de 1993. Jornalista e escritor, também é músico nas horas vagas. Autor do livro Momentos da Rotina, atua como redator e editor dos blogs D20 Inc.(d20inc.com.br) e Furlando Fila(furlandofila.wordpress.com).

Daniel


Daniel Marx é pós-graduado em criação publicitária e planejamento de propaganda, formado em artes cênicas e marketing, Autor da trilogia: Anjo Maldito, lançado no Brasil, Portugal, Angola e Cabo-Verde. Mídia, Experiência e Interação, e a Antologia Além do Céu, Além da Terra. Autor de 30 peças teatrais e 8 curtas metragens, além de assinar a coluna de 3 sites.

Daniel Marx Foto Divulgação


Daniela Martins do Prado. Tecelã de escritos-insights que surgiram após vivências em que se permitiu estar. Bailarina que faz dança com as palavras. Observa, absorve, vivencia, transmuta e escreve sobre este continuum infindável que é o mistério da vida. Veleja em busca de si mesma. Advogada e jornalista. Mil em uma. Mulher.

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Danillo Lopes Guimarães. Fundador da página e do pseudônimo Lillo Guimarães nas redes sociais, com mais de 50 textos publicados e mais de 16 mil seguidores. Venho diante de vocês sem um grau de instrução superior, apenas como um jovem poeta e um sonho de brincar com a vida; a morte e a imaginação de cada um. De forma a libertar toda mente que me siga. Um índio admirador de M. Assis e Aristóteles.

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Denise Mendes é escritora e formada no curso de letras da Universidade Estadual do Amazonas. Sua primeira participação em antologias foi em 2009 aos 16 anos através da editora Cidadela, de Porto Alegre. Respectivamente, em São Paulo, na editora Madio Editorial no ano de 2010 através da antologia “Encantos do Brasil”, e no ano seguinte, em 2011, na antologia “Encantos do Brasil 2” com a publicação da obra “Eu vou morar”.

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Dilma Mota nasceu em Jenipapo dos Vieiras- MA, no ano de 1969. Graduada em Letras pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), atualmente é empresária. Sempre gostou de desbravar o universo das palavras e escrever poesias, algumas publicadas no blog Páginas e Poesias (http://paginasepoesia.blogspot.com.br/).

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Clovis de Carvalho Frimm, nascido em São Paulo, Capital. Pesquisador. Doutor pela Faculdade de medicina da USP/SP. Médico cardiologista. Foi professor/orientador de doutorado da faculdade de medicina da USP. Atualmente é servidor público e aposentado. Possui um romance (Aquilo Tudo era Seu) não publicado, e escreve o segundo (ainda sem nome). Tem mais de mil poesias de sua autoria em arquivo pessoal.

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Eduardo Jaques nasceu em Torres, RS. Atua na área das terapias integrativas desde 2008. Nas artes: escritor, poeta, ativista cultural, compositor e cantor. Acadêmico Correspondente da Academia Internacional de Artes, Letras e Ciências “A Palavra do Século 21” – ALPAS 21. Em 2016 publicou o “Sublimação” (Mottironi Editore), seu primeiro livro solo de poemas.

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Eugênio de Carvalho é magistrado aposentado, formado pela UFRJ em Ciências Sociais e pela Universidade Gama Filho em Ciências Econômicas, Rio de Janeiro. Primeiro juiz de primeira instância, deficiente visual no Brasil. Membro e Delegado da ACLA – Associação de Cegos Latino Americana, com sede em Orlando- Flórida. Formado em Acessibilidade pela Lighthouse Central Florida. Professor de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho pela Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro.

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Fabiano Pinheiro. Nascido no Estado do Amazonas em 18 de outubro de 1977, formado em Administração com Ênfase em Análise de Sistemas em 2004, pela faculdade Ciesa, divorciado e pai de duas meninas. Atualmente é Servidor Público Estadual.

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Fátima R.Castelo Branco é Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo – Puccamp. Autora do livro Mulheres Guerreiras lançado no Brasil em 2014, e na Europa em 2016, com aproximadamente mais de 4 mil exemplares vendidos. Seu principal desafio como escritora é mobilizar a capacidade natural de cada um, auxiliando na descoberta de talentos escondidos, os quais possam capturar a verdadeira expressão humana: ser feliz!

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Franciná Lira é natural de Benjamin Constant – AM, de onde migrou para Manaus no intuito de continuar seus estudos. É pedagoga – UEA; Especialista em Gestão, Supervisão e Orientação Educacional – FAMETRO; Fundadora do grupo Formas em Poemas; Poeta e escritora, tendo participado de várias antologias.

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Gabriel Carvalho, formado em publicidade, tradutor e aspirante a escritor. Lida com temas que envolvem o orgulho, a tecnologia, sociedade, solidão, o medo e os vícios e o que mais há de belo na mente humana. Escritor por paixão, niilista por punição.

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Gabriel Vicente. Sou o Gabriel V. Alves Silva. Estou 17 anos neste planeta que compartilhamos a morada. E nestes ciclos da vida, encontrei-me mudando de cidade aos três anos de Lavras até São Francisco de Paula, ambas em Minas e voltando para Lavras aos meus onze. Apaixonado pela vida, ou seja, pela arte, adoro as pequenas coisas e nas pequenas letras, acredito sair grandes mudanças.

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Gabriella Campos. 24 anos de idade, possui graduação em Serviço Social pela Universidade Estadual de Montes Claros – UNIMONTES (2014) e Analista Executiva de Defesa Social pela Secretaria Estadual de Segurança Pública – SESP (2015). Apaixonada pelo português e amante da arte de rabiscar pedaços de papéis com versinhos eloquentes que suas emoções são capazes de descrevê-los.

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Glaunara M. de Oliveira é manauara, nascida em 1983. Formou-se em Letras – Língua Portuguesa pela UFAM. É professora concursada pela SEDUC-AM e SEMED-Manaus e cursa mestrado pelo PPGICH da UEA. Ensinar a arte da palavra e os caminhos da poesia é, para ela, mais que um trabalho, um privilégio.

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Gracielly Almeida (1993) é brasileira, natural de Brasília de Minas – MG. Graduou-se em Artes/Teatro pela Universidade Estadual de Montes Claros – UNIMONTES em 2015 e mora atualmente em Nova Odessa – SP. É autora do romance Ametista Violeta, publicado pela Porto de Lenha Editora  com o pseudônimo de  Mia Almeida.


Iara Duarte, 17 anos, nascida no município de Atalaia do Norte – AM. Mora atualmente em Manaus. Cursa o terceiro ano do Ensino Médio, prestes a entrar em uma Universidade. Gosta muito de ler e escrever, desde pequena teve contato com as obras de Machado de Assis.

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Inês Carolina Rilho. Pernambucana nascida no Recife, é professora, advogada e escritora desde os 15 anos, nos gêneros poesia e prosa (conto e romance). Tem participado de várias antologias poéticas. Aprecia ler e escrever e arte em geral. É membro da Academia Virtual de Poetas da Língua Portuguesa (AVPLP) – Acadêmica Titular do Brasil.

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Iza Ferreira é natural de Teresina-PI, reside em Recife – Pernambuco. Bacharel em Direito, poetisa, atriz, escritora, compositora. Publicações: “Solo” Concurso Nacional Poetize; “Cego” Concurso Nacional Sarau Brasil, dentre outros…; “Utopia” Fevereiro Poético – Antologia, dentre outros… Obras inéditas: “Reversos” poesia; “Beliza” conto e “Reflexões”, motivacional.

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J.C. Marangoni é bacharel em Sistemas de Informação e pós-graduado em docência para o ensino superior. Em 2016 teve seus primeiros contos publicados pela editora Porto de Lenha e seu primeiro romance “Efeito Dèjá vu” lançado de forma independente pela Amazon. Dividido entre humanas e exatas, atualmente busca novas inspirações e oportunidades para a conclusão de seu segundo romance.

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João Renato Toniazzo é natural de Ijuí /RS. Acadêmico correspondente da Academia Cruz-altense de Letras. Participação nos livros: Prêmio Buriti (2013), Coletânea Letras atuais (2013), Coletâneas Despertar da Primavera, Palavras no Imaginário do Círculo de escritores de Ijuí (2014), Poesias para a Vida da Câmara Catarinense do Livro- CCL (2014) e 1° Antologia da Academia Cruz-altense de Letras (2016).

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João Romário Gomes da Silva nasceu em 1990, em Nova Iguaçu, é graduado em Medicina pela Universidade Iguaçu, campus V-Itaperuna (2012-2017). Participação na idealização de obras inerentes aos conhecimentos médico-científicos, com capítulos nas obras Ortotanásia: bioética, biodireito, medicina e direitos de personalidade e Mistanásia: a “morte miserável”, entre diversas outras publicações.

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Jonnata Henrique. Da cidade de Brejo da Madre de Deus – Pernambuco, poeta, cordelista, contista, ama o que faz e é feliz com tal realidade.

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José Airton Mellega. Nasceu a 17/02/1956, Piracicaba Sp. Publicou poesias em várias coletâneas, entre 2010 e 2017. Ocupa a cadeira nº 52 no Clube dos Escritores de Piracicaba. Premiado no concurso Brasil de Reis em 2015 e 2017. Premiado com o “Diploma de escritor da Biblioteca de Barra Mansa Poesias”, em 2017. Publicou, “Sem medo, nem receios”, 2012 e “Folhas ao vento”, 2014.

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José Amorim nasceu em Carpina, Pernambuco, em 1989. Graduado em Engenharia Civil pela Universidade de Pernambuco (UPE), trabalha como empregado público federal. Participou de coletâneas literárias da Scortecci Editora, Andross Editora, e foi vencedor do II Concurso Literário Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos da Porto de Lenha Editora.

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José Roberto Carvalho da Silva. O dia mundial da poesia, 21 de março, coincide com o seu aniversário. Natural de São Luís. Da mãe herdou a melancolia, que se expressa por fora; do pai, a intensidade, que expressa por dentro. Apaixonado por Fernando Pessoa. Graduado em filosofia pela UFMA e mestrando na mesma área, pela UFPI.

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Josuã Krick nasceu em agosto de noventa e dois na cidade de Canela –RS. Escreve desde os onze anos, onde viu na escrita uma forma de fuga da realidade que pouco o agradava. Tem um livro já lançado pela editora Multifoco, intitulado de Cinzas da Alma. Escreve não só porque gosta, mas porque precisa.

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Julieta Winck Perussato é natural de Cruz Alta/RS. Poeta. Membro fundadora da Academia Cruz-altense de Letras. Obteve Menção honrosa no 17º Concurso Literário “Pérolas da Lagoa”, promovido pelo CEL (Centro de Escritores Lourencianos), em São Lourenço do Sul (RS), em 2014. Autora do livro A chave de minha alma. Participação no livro Prêmio Buriti (2013); Coletânea Letras atuais (2013); Poesias para a Vida (Trânsito) da Câmara Catarinense do Livro- CCL (2014). Organização e participação na 1ª Antologia da Academia Cruz-altense de Letras (2016).

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Keila de Paula Fernandes de Quadros nasceu na cidade de Bragança-PA, Brasil. É formada em Letras Língua Portuguesa Pela Universidade Federal do Pará (UFPA), cursa mestrado em Linguagens e Saberes na Amazônia. Ama viajar no mundo da leitura e da poesia, e perde-se entre as palavras.

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Kelvia Vital – (Arapiraca-AL) é formada em Pedagogia, Serviço Social e Especialista em Gestão Pública. Exerce a docência na Rede Municipal de Ensino do município de Santana do Ipanema- Alagoas.  Atualmente é membro correspondente da Revista Eletrônica Poemas do Brasil e da Academia Canindeense de Letras e Artes.

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Leonardo Lima nasceu em Belém do Pará em 1989. Tem formação em Ciências Contábeis, especialização em Finanças e um intenso interesse pelas palavras e pelas emoções que elas podem transmitir. Atualmente está cursando Letras com habilitação em Língua Inglesa pela Universidade Federal do Pará e tem contos publicados.

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Lívia Mayumi Nakazato nasceu em 1999, na cidade de São Bernardo do Campo, SP – Brasil. Atualmente, prestando vestibular para medicina veterinária, mas pensando seriamente em uma nova possibilidade de carreira. Escrever é uma forma de arte infelizmente pouco valorizada, mas não impossível! Palavras têm um poder incrível, não é? O quanto elas já te afetaram?

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Lucas Almeida. Advogado e contista, Lucas Santos de Almeida nasceu em São José dos Campos, interior paulista. Seus contos já foram premiados pelo Concurso Univap de Contos (2013), 1º Prêmio SFX de Literatura (2013) e 2º Prêmio SFX de Literatura (2014).

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Lúcia Maria de Sousa Lucena. Natural de Orobó-PE. Mora em Recife. Psicóloga, Diretora Sócia do GPA – Grupo de Profissionais Associados e Literários, com especialidade em História das Artes e das Religiões pela UFRPE. Aluna da Oficina Literária do Escritor Pernambucano Raimundo Carrero. Integrante da UBE/PE – União Brasileira de Escritores.

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Luívia Oliveira da Silva nasceu em 1999, em Iúna – ES. Aluna do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES), campus Ibatiba – ES. Apaixonada pela literatura, é  poetisa desde a epigênese da infância, inspirada em autores como Cecília Meireles, Carlos Drummond de Andrade, Mário Quintana, Vinícius de Moraes, Mário de Andrade, Fernando Pessoa, e diversos outros renomes da literatura mundial.

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Maria Apparecida Sanches Coquemala. Licenciada em Letras, pós em Linguística, pedagoga. Premiada pela UBE, Rio, com A Gruta Azul, 2007e Carnaval, 2013; e pelo Governo da Paraíba, com À Espera, todos  coletâneas de  contos e crônicas.  Na literatura infanto-juvenil, publicou Naná e o Beija-flor, selecionado para o Projeto Piloto de incentivo à leitura em Barra Bonita; na poesia, À  margem da vida e Pulsar, este já na 3º ed. Autora também de Círculo Vicioso, O Último Desejo, Além dos Sentidos e Flashes, coletâneas de contos e crônicas,. Participa de antologias no Brasil, Portugal e Itália.

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Maria Suely Moreira, graduada em Letras pela UNESP – Assis. Hoje, professora aposentada, residindo em Piracicaba – SP. “Aprendi a gostar de ler com Machado de Assis e José de Alencar. Uma boa leitura sempre fez parte da minha vida.”

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Marisa Marasi. Nasceu dia 02 de fevereiro de 1990, em Macapá, capital do Amapá. Possui graduação em Letras pela Universidade Federal do Amapá (2013). É estudante de Jornalismo, pela mesma IFES de sua graduação anterior. Cursa Especialização em Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa e Estrangeira, pelo Centro Universitário Internacional (UNINTER).

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Mayanna Velame nasceu em Manaus, em 1983. É formada em Letras – Língua Portuguesa pela Universidade Federal do Amazonas. É cronista do jornal Comunicação Regional de Aparecida do Norte.  Escreve periodicamente contos, crônicas e poemas para os sites literários: Recanto das Letras e Texto de Garagem.

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Milca Tirza Peracelli é natural da cidade Avaré, interior de São Paulo. Embora desde criança tivesse paixão pela arte da escrita, foi em sua adolescência que começou a escrever, tendo como pano de fundo a reflexão filosófica; desde então o seu trabalho vem sendo reconhecido através de Concursos Literários Nacionais renomados. Também tem paixão por música, em 2002 gravou um cd gospel onde já deixa bem explícito seu amor pela escrita sendo que as letras como a composição musical são todas de sua própria autoria.

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Natália Cersosimo, 31 anos. Estudante de Licenciatura em Letras, escritora desde os 25 anos, mãe, dona de casa e ativista em causas socias e culturais.

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Nereis Ribeiro nasceu em Curuzú, 6°Distrito de Itaboraí, RJ, em 1941. Aos 13 anos já escrevia seus primeiros versos sentado à sombra dos laranjais floridos, sendo descoberto pela G. I. A. (Grupo de Incentivo à Arte). Possui diversos troféus e medalhas conquistados dentro e fora do Município de São Gonçalo. Possui Diplomas de participações em concursos de várias partes do Brasil. “Este é Nereis Ribeiro, o pai da Terra”.

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Neusa Borges nasceu em Ceres, interior de Goiás, reside em Goiânia desde 1979. É mãe da Paula e do Murilo. Professora de escola pública, descobriu a poesia nos livros didáticos. Escreve esporadicamente aproveitando os lampejos poéticos. Possui poesias publicadas nos livros: Poesia Livre 2015, Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos 2016, Poemar e Amar 2017, Canarinho 2017. Pretende reunir suas poesias em um livro solo.

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Ney Campello é baiano, soteropolitano, professor universitário da disciplina de Ética Aplicada às Organizações, autor, poeta e palestrante, atualmente exercendo a função pública de Superintendente de Educação Básica do Governo do Estado. Foi Secretário de Educação da capital baiana, eleito por duas vezes Personalidade Educacional, em iniciativa da Academia Baiana de Educação e Associação Baiana de Imprensa.

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Neyd Montingelli. De Curitiba, é casada e tem 4 filhas.  Formação em Psicologia, Nutrição e Laticínios. Tem 102 publicações entre livros e antologias. Foi premiada em concursos de contos e poesias. Membro da ALB e ALUBRA/Araraquara, Centro de Letras do Paraná, Núcleo de Letras e Artes de Buenos Aires e Lisboa, Embaixada da Poesia e ALMAS/Salvador. Recebeu troféus e medalhas pelos seus trabalhos literários.

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Nico Bezerra. Maranhense, escritor, poeta, pedagogo e professor de Português e Literatura, é autor do livro infantil Uh! Igarapé Encantado, autor participante das antologias Mais do que Palavras e Chuva Literária. E participa desta homenagem a Machado de Assis com um poema que exalta a arte poética.

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Paulo Rodrigues nasceu em Caxias -MA. Escritor, poeta e jornalista. Graduado em Letras e Especialista em Língua Portuguesa pela UEMA. É professor de Língua Portuguesa, Latim e diretor do Departamento de Cultura de Santa Inês.

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Pedro Franco. Rio de Janeiro (15/03/1935). RJ. Médico cardiologista em atividade. Formado pela EMC da UNI-RIO. Professor Emérito da UNI-RIO. Emérito da ABRAMES e da SOBRAMES-RJ. Membro da UBE-RJ e da Sociedade Eça de Queiroz. Livros 17: 9 contos, 6 crônicas e 2 teatros; obras em 164 coletâneas. Prêmios: contos 249, crônicas 152, poesias 87, livros 24, ensaios 20, peças teatrais 7. 105 artigos medicinais. No prelo Teatro de Pedro Franco.

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Rafael Lima. Poeta e Professor – Natural de Pau dos Ferros – RN, residente em Catolé do Rocha-PB. Graduado em Letras (Universidade Estadual da Paraíba); Pós-graduando em Linguagem, Educação e Interculturalidade (Universidade do Estado do Rio Grande do Norte); Professor de Língua Portuguesa no Instituto de Educação Frei Marcelino de Santana (Colégio Técnico Dom Vital), desde 2014.

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Raphael Cerqueira Silva. Poeta e escritor de contos, servidor público, graduado em Direito e História, publicou alguns poemas em antologias como Poemar e Amar, Prêmio Sarau Brasil 2016, Prêmio Nacional Novos Poetas 2016, Poesias-Palavra é Arte, Antologia Canarinho e Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos (2016). Administra a página Algumas Reminiscências Poéticas, no Facebook, para divulgar seu trabalho.

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Raquel Brasilino é natural de Divino, MG. Nascida em 2000, vem mudando-se ao longo dos anos tendo estudado em sete escolas, passando por Volta Redonda (RJ), Juiz de Fora (MG) e São Luís (MA) onde desenvolveu seus desprendimentos e entrou em contato com diversos modos de existir, ser e escrever.

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Sérgio Buchholz Sottili nasceu em 2001, em Nova Prata, Serra Gaúcha. Egrégio leitor e imensuravelmente neoplatônico, faz da literatura e da filosofia a sua vida. Escreve desde que aprendeu a fazê-lo.

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Simone Chedid nasceu em Barra do Piraí. É filha da saudosa professora Manira Chedid Nogueira e do saudoso Delpho Joaquim Soares Nogueira. Formou-se em Jornalismo pela Faculdade Hélio Alonso, no Rio de Janeiro e pós graduou-se em História Social pela Faculdade UGB, antiga Fundação Rosemar Pimentel. Publicou “Cotilédone”, “Renascer em poesia e prosa”, “Simplesmente poesia”, “Madrugadas” e “Palavras que tocam a alma”.

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Simone Possas Fontana, escritora, membro da Academia de Letras do Brasil/MS, Academia Riograndina de Letras e da UBE/MS – União Brasileira de Escritores; formada em Letras; pós-graduada em Literatura. Blog: www.simonepossasfontana.wordpress.com Livros: MOSAICO, A MULHER QUE RI, PCC e PEDRO OTÁVIO – O PROMOTOR.

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Telma Maria da Conceição nasceu em Buriti dos Lopes-PIAUÍ, em 1992. É graduada em Ciências Biológicas pela UESPI, especialista em Educação Infantil. Publicou em: Concurso Nacional Novos Poetas; XVI Concurso Nacional POEART de Literatura; ebook Mente Aberta: Evolução dos Pensamentos; Coletânea Poemar e Amar e Relato de Experiência – Revista Fundamentos em Educação UFPI.

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Tereza Farias. Tornando-se mulher, tornada mãe. Bióloga e educadora. Humanista e marítima. Gosta de cultura, de silêncios e de vida, todas as formas de vida. Exercitando a liberdade de alforriar palavras presas.

Tereza Farias


Thales Alves Aguiar. Cidadão empenhado com a sociedade mineira e brasileira, tendo como missão conceber um mundo mais fraterno e liberto de qualquer ideia preconcebida. Jornalista e Administrador , funcionário público. É especialista em Gestão financeira, auditoria e controladoria. Especialista também em Gestão Pública pela UFOP. Casado, 35 anos, pai de uma filha iluminada e esposo de uma mulher dedicada. Tem artigos científicos publicados na área de comunicação e já participou como colaborador de dois livros sobre: Educação e cidadania e Liberdade de expressão da: Obreiros em tempo de Articulação.

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Valéria de Almeida Valadão. 22 anos, moradora da Zona Oeste do Rio de Janeiro, atualmente cursa o penúltimo período do curso de Letras/Literatura na Universidade Castelo Branco.

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Victor Hugo Neves de Souza é natural de Manaus-AM, professor efetivo da rede municipal de ensino. Nas suas andanças pelas zonas urbanas e rurais manauaras, contraiu o vírus da rebeldia e esperança. Fato que o motiva a continuar brincando de criar estórias e crer na transformação positiva da sociedade.

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Vitória Zanotti Nervo (São Leopoldo, 1998). Graduanda em Psicologia, acredita que a única forma eficaz de cura intrapessoal seja através da arte: dedicou-se durante toda a adolescência aos estudos de música erudita e, agora, busca transcender-se nos versos de uma poesia de quem vive e morre de amor todos os dias.

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Yasmim Pimenta. Nascida em 22/02/2002, sempre foi uma criança voltada para as artes em geral. Desde pequena se dedicava à pintura e amava a leitura. Começou a fazer poesias ainda no 7º ano do ensino fundamental, com 12 anos e vem aperfeiçoando gradativamente a sua paixão. Hoje busca, através da poesia, fazer as pessoas refletirem sobre suas atitudes.

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Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos 2017
Vários autores
Editora: Porto de Lenha
ISBN:978-85-69564-34-8
Formato:15,5 X 22,5 cm
Páginas:182
Acabamento: Brochura
1ª edição
Ano:2017

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editora@portodelenha.com

www.portodelenha.com

www.portodelenhalivraria.com




Todos os autores citados acima serão publicados na Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos 2017. Isto é, todos são vencedores, logo estão deixando suas marcas, seus legados para as próximas gerações. Um dia todos partiremos, mas não iremos sem deixarmos os nossos esforços estampados em prol da posteridade.

Publicado em Antologias, Prêmio Porto de Lenha de Literatura | Tags , , , , , | Comentários fechados em RESULTADO: Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos – PRÊMIO PORTO DE LENHA DE LITERATURA 2017

Antologia de Poesias, Contos e Crônicas CANARINHO: edição especial 2017



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| SOBRE OS AUTORES |

Da prosa ao verso livre, a Antologia de Poesias, Contos e Crônicas Canarinho reúne um total de 49 autores de variadas cidades do Brasil.
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Formato 15,5 x 22,5 cm

110 páginas

ISBN: 978-85-69564-28-7

1ª edição – 2017



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Adriano Silva nasceu em Manaus no ano de 1994. Desde muito novo começou a se aventurar no mundo da leitura. Tornou a paixão pela literatura como profissão, graduando-se em Letras pela Universidade do Estado do Amazonas. Para compartilhar suas experiências literárias o autor criou e administra desde 2015 o Blog Alvorecer Literário. Nas horas vagas ler e se aventura no mundo da escrita literária.


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Aldonei Machado nasceu em Florianópolis-SC em 1970. Graduado e Mestre em História, atualmente é Professor de História em uma escola pública. “Gosto de escrever. Penso que através da escrita me desvelo. E ao dar o ponto final me escondo novamente. Pelo menos até o próximo lampejo clarificador.”


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Alessandra Cristiani dos Santos nasceu em 1982, em Mirandópolis -SP. Graduada em Pedagogia, com muito esforço dos pais. Apaixonada por crianças e pela educação de uma forma geral. Mesmo com todo esse amor, não atua na área em que se formou. É funcionária pública. Ler e escrever é uma paixão desde a infância; e acredita sempre na educação como forma transformadora de toda e qualquer situação.


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Alex Giacomin Rebonato é natural de Colatina – ES; formado em História, RPGista, Aikidoísta e escritor.


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Alexandre Pequeno é amazonense e formado em Comunicação Social – Jornalismo, pelo Centro Universitário do Norte. Se divide entre ser jornalista e youtuber, e está sempre presente em seus canais “Ah Legal” e “Novelando”. Atualmente trabalha como repórter no Jornal A Crítica, onde desenvolve matérias para o caderno de cultura Bem Viver e variedades no Vida & Estilo.


Foto da autora

Bárbara Amorim nasceu em Lins de Vasconcelos, Rio de Janeiro, em 1996. É estudante de Jornalismo e apaixonada por poesia. Conquistou medalha de honra ao mérito no I Festival de Poesia Poeta Primitivo Paes.


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Brunno Vianna é historiador, poeta, ator e dramaturgo nascido no Rio de Janeiro. Tem dois livros publicados e participa de vários concursos literários, desde 2008, ano em que venceu o Concurso Literário Machado de Assis promovido pelo Jornal Extra do Rio de Janeiro, e foi finalista do I Concurso de Crônicas Cariocas, promovido pelo Portal Crônicas Cariocas e pela Universidade Castelo Branco.


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Caroline Langer nasceu em Curitiba, no ano 2000. É escritora, tendo o conto como gênero preferido. Participou das antologias literárias Viagens de Papel e Nanquim, da Andross Editora; e pela editora Porto de Lenha, das Antologias de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos, nas duas edições: em homenagem a Carlos Drummond de Andrade (2015), e à Clarice Lispector (2016). Caroline conquistou o 2º lugar no 1º Prêmio Porto de Lenha de Literatura, com o conto: Quando você foi morto.


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Cleâne Santos Alves, nascida em Jacobina, interior da Bahia, é fruto da união de um baiano e uma paraibana. Encantada pelos mistérios da noite e encantos do dia, traz para o uniVERSO da palavra seus silêncios, suas angustias e suas alegrias…


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Clêuma Alves, Flor de Mandacaru, de Jacobina, Bahia. Apenas uma navegante nas correntezas do tempo, que ouve o cair da chuva, o perfume do vento e sente a textura do tempo. Apaixonada pela poesia, essa encantadora semente que ensina a sentir a vida com outros olhos.


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Cristiane Freitas é licenciada em Pedagogia pela UEA, Pós-graduanda em Gestão e Supervisão Escolar e em Psicopedagogia pelo IDAAM. Desde pequena foi incentivada à leitura pela sua mãe, tornando-se amante dos livros. Participou da Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos – 2016 e da Antologia de Prosa ou Verso Poemar e Amar.


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Daniel Furlan nasceu em Juiz de Fora, no ano de 1993. Jornalista e escritor, também é músico nas horas vagas. Atua como redator e editor dos blogs D20 Inc. (d20inc.com.br) e Furlando Fila(furlandofila.wordpress.com)


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Daniel Marx é autor dos Livros: Anjo Maldito, com publicação no Brasil, Portugal, Angola e Cabo-Verde. Mídia, Experiência e Interação e Além do Céu, Além da Terra. O autor tem formação em artes cênicas, marketing e é pós graduado em criação publicitária e planejamento de propaganda, começou sua carreira escrevendo textos para teatro, tendo escrito ao longo de sua vida mais de trinta peças teatrais entre comédias e dramas, também escreveu alguns roteiros de curta metragens e um seriado, e dezenas de poesias.


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Daniele Liberali nasceu em São Paulo. Formada em Letras pela PUC – SP em 2000, durante todo o período escolar sonhou em estudar direito, mas assim que terminou a escola, começou a trabalhar como professora de inglês. Autora de um romance publicado em novembro de 2015, “Vou Amar Você… Para Sempre”, continua como professora de inglês, o que lhe proporciona conviver com inúmeras pessoas e experiências, sendo esta uma de suas mais ricas fontes de inspiração.


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Dani Hoffmann nasceu em 1993 na cidade de Vidal Ramos/SC. Grande amante dos livros decidiu ingressar na graduação de Licenciatura em Letras para assim tentar fazer outras pessoas se apaixonarem por literatura. Sonha em mudar o mundo através da arte, anda sempre equipada com sua câmera, papel e caneta, pronta para registrar cada momento junto dos amigos e da família. Em 2016 a autora publicou na antologia de poesias, contos e crônicas: Coexistência.


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Diego Demetrius Fontenele nasceu em Brasília (1987). Arquivista formado pela UnB, atua na área de consultoria arquivística e organização de acervos. Publicou o livro Despertar e outros poemas pela Chiado Editora e participou das antologias As Quatro Estações e Metamorfoses, Panorama Literário Brasileiro – Ed. 2015 e 2016 e Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos – Ed. 2015.


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Doris Melo, 24 anos. Nascida em Manaus-AM, no dia 08 de Janeiro de 1993, atualmente dedica-se à prática da escrita de crônicas e contos. Também atua nas artes cênicas e pertence ao grupo de teatro T-ART.COM. A autora possui formação acadêmica em Psicologia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

 

 


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Ezequias Sousa da Silva, professor, poeta, nasceu em Zé Doca – Maranhão em 1988. Formado em Letras-Língua Portuguesa e Espanhola, em 2014 é aprovado no vestibular para o curso de Tecnologia em Gestão Comercial pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) onde conclui ainda em 2017. Sempre com um olhar carinhoso e sensibilidade com as palavras, escreve desde adolescente poemas e pequenos textos reflexivos.


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Fábio Gomes Borges. Brasileiro. Carioca da gema. Leciona História nas escolas das redes públicas municipal e estadual. É um Jovem escritor que desde 2015 já participou de diversas antologias no Brasil e no exterior. Em 2016 também publicou online o livro A Íris Azul de Cleópatra nas plataformas da Amazon e Saraiva. Em alguns livros usa o pseudônimo de Júlio Gomes.


francináFranciná Lira é natural de Benjamin Constant – AM, de onde migrou para Manaus no intuito de continuar seus estudos. É pedagoga – UEA; Especialista em Gestão, Supervisão e Orientação Educacional – FAMETRO; Fundadora do grupo Formas em Poemas; Poeta e escritora, tendo participado de várias antologias.


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Felipe Masquio de Souza. Nascido na cidade de Penápolis, interior do estado de São Paulo, mudou-se para São José do Rio Preto em 2010 para cursar Letras na UNESP (Universidade Estadual Paulista). Desde muito cedo apaixonou-se pelo mundo das palavras, transformando-as em poemas e outros textos. Sua principal tônica é a “Poética do Sobrevoo” que trata da emancipação humana e da liberdade almejada por todos. Atualmente leciona português e francês.


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Fernanda Lopes. Porto-alegrense, 28 anos, escritora e poeta. Reside atualmente em Caçapava do Sul, interior do Rio Grande do Sul.


Fernando Matos

Fernando Matos é um pernambucano das artes e não poderia ser diferente, Pernambuco é um Celeiro de Artes Brasileiras. Membro da UBE/PE (União Brasileira de Escritores em Pernambuco), e da Academia IPÊ (Academia Internacional de Poetas e Escritores de Enfermagem), seu primeiro livro publicado foi: “Eu, a natureza e a vida foi um marco em sua história”. O autor tem participação em várias antologias.


Gabriel Joerke

Gabriel Antonio Ogaya Joerke, natural de Mato Grosso do Sul. Professor concursado do IFMT. Embaixador, no Brasil, da Divine Académie Française des Arts, Lettres et Culture. Escritor (ensaísta, contista, cronista e poeta) com livros e artigos publicados nas áreas de Literatura, Sociologia, Antropologia, Psicologia e Educação.


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Hilton Gomes. Nascido em Manacapuru em 1977, o autor é graduado em Letras pela Universidade do Estado do Amazonas e policial militar desde 1999. Atualmente mora em Manaus e exerce sua profissão no município metropolitano de Novo Airão.


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Jonnata Henrique. Da cidade de Brejo da Madre de Deus – Pernambuco, poeta, cordelista, contista, ama o que faz e é feliz com tal realidade.


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João  Carlos Borges é natural de Jequié-BA. Foi funcionário público federal e estadual, empresário e corretor de imóveis. Escreveu artigos para os jornais de Brasília: “Correio Braziliense” e “Vanguarda”, e ao “Jornal da Pituba”, de Salvador. Foi programador, diretor e apresentador do programa “Bossasseion”, na “Rádio Alvorada”, de Brasília. Escreveu um trabalho inédito sobre a “Bossa Nova”. É autor do livro “É tudo mentira”, pela editora Baraúna. Hoje, aposentado, dedica-se a trabalhos literários.


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Karina Maués, nascida em 10 de agosto de 1993 em Manaus, Amazonas. Acredita que o hábito de escrever e ler são as melhores formas pra se desligar do mundo alheio e entrar no seu próprio. Graduada em Letras Língua e Literatura Inglesa, na universidade Federal do Amazonas.


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Karla Ramos nasceu em 1998, em Manaus. Estudante de fisioterapia, descobriu seu amor à leitura quando pequena, ao ler seu primeiro livro: “Poderosa – Diário de uma Garota que Tinha o Mundo na Mão” de Sérgio Klein. Com o passar dos anos, descobriu que tinha potencial para a escrita ao postar uma crônica em uma rede social, relatando de modo cômico, o assalto que sofrera, obtendo criticas positivas.


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Keila Zanatto é jornalista. Foi finalista do projeto Revelando os Brasis com a reportagem “Vida em Tronco”. Adaptou o texto para roteiro e dirigiu um documentário exibido pela TV Futura. Apaixonada pelos rios e pela floresta amazônica, escreveu Filhos do Rio Negro. É natural de Treze Tílias (SC).


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Kelvia Vital é professora da rede municipal de ensino, natural de Arapiraca – Alagoas, mas reside em Santana do Ipanema. Descobrindo-se escritora, vem desenvolvendo um trabalho literário nas escolas em que atua.


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Laureane Antunes, estudante de Letras Português. É alguém que acredita que a fé, a esperança, o amor e os sonhos são o que a move. Escreve desde os 13 anos e acredita que a escrita é para o que foi chamada. É coautora do livro “Para a vida e para o amor: uma boa conversa, por favor”, publicado pela editora Porto de Lenha. E administra o blog: www.almacomflores.com


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Lenilson Silva é professor de língua Inglesa e Espanhola. Graduado em Letras, especialista em Linguagem e Ensino e Mestrando em Ciências da Educação. Suas atividades de pesquisa envolvem a análise de letramento e gênero, produções de textos em língua materna.


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Leonardo Jovelino A. de Lima cursa o 7º semestre de Letras com habilitação em Língua Inglesa pela Universidade Federal do Pará e tem um conto intitulado “O caos dentro dele” publicado no livro “Antologias: Poesias, Crônicas e Contos” – 4º edição – UFPA – IV Prêmio de PROEX/UFPA de Literatura.

 


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Letícia Oliveira. Nascida em 26 de Outubro de 2001, crio textos desde a infância, mas apenas agora, através de incentivo, que decidi realmente apostar no que faço. O principal motivo que me levou a escrever foi a minha vontade em fazer com que as pessoas conheçam o que há de mais belo neste mundo, pois como bem disse Dostoiévski: “A beleza salvará o mundo”.


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Lúcia Lebre. Ninguém se faz de repente; cada um constrói a sua própria novela de formação, O meu interesse pela leitura e pela escrita foi gradativo e a partir daí os capítulos dessa novela foram se estruturando e cheguei à conclusão de que a literatura faz parte de mim. Graduada em Letras (Língua Portuguesa e Literatura) e Pós- graduada em Gestão do trabalho pedagógico venho seguindo com o propósito de buscar tempo para pensar e refletir sobre a educação atual. Leciono no ensino regular e pré-técnico. Tenho interesse em História da Arte e Filosofia. Cursos adicionais em Psicologia do desenvolvimento infantil e da aprendizagem. Nascida no Rio de Janeiro.


Luiz Carlos

Luiz Carlos Rodrigues da Silva é professor concursado de Barra do Corda – MA. Mestre e doutorando em Educação. Membro da Academia Barra-cordense de Letras – ABCL. Membro da Associação Nacional de Escritores – ANE e da Associação Maranhense de Escritores Independentes – AMEI. Poeta, cronista, pesquisador, historiador. Autor do livro Reminiscências Filopoéticas.


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Luiza Cantanhêde nasceu em Santa Inês –MA. Está radicada em Teresina-Piauí, desde 1983. É técnica em contabilidade e poeta, sendo autora do livro de Poemas “Palafitas” (Editora Penalux-2016). Participou da primeira feira do autor e editor Maranhense – FLAEMA; da feira do Livro de Santa Inês – MA; finalista do concurso de Poesia “Professor Pedro Filho”, em Santa Inês – MA. Tem poemas traduzidos para o italiano, e integra várias antologias.


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Maria Apparecida Sanches Coquemala. Licenciada em Letras, pós em Linguística, pedagoga. Premiada pela UBE, Rio, com A Gruta Azul, 2007 e Carnaval, 2013; e pelo Governo da Paraíba, com À Espera, todos coletâneas. Na literatura infanto-juvenil, publicou Naná e o Beija-flor, selecionado para o Projeto Piloto de incentivo à leitura em Barra Bonita; na poesia, À margem da vida e Pulsar. Autora também de Círculo Vicioso, O Último Desejo, Além dos Sentidos e Flashes, coletâneas.


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Marisa Marasi nasceu em Macapá (1990). Possui graduação em Letras pela UNIFAP (2013). Cursa Especialização em Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa e Estrangeira, pela UNINTER. É professora de Língua Portuguesa e Redação do Colégio InterGenius. Participou de intervenções poéticas, de peças de teatro, de apresentações de dança e música.


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Mayanna Velame nasceu em Manaus, em 1983. É formada em Letras – Língua Portuguesa pela Universidade Federal do Amazonas. É cronista do jornal Comunicação Regional de Aparecida do Norte. Escreve periodicamente contos e poemas para os sites literários: Recanto das Letras e Texto de Garagem.


10168039_667046443357734_113803817_nNeusa Borges nasceu em Ceres, Goiás, reside em Goiânia desde 1979. Professora de escola pública estadual, descobriu a poesia nos livros didáticos. Escreve esporadicamente, aproveitando os lampejos poéticos. Possui publicações nos livros “Poesia Livre – 2015” e “Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos – 2016.


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Neyd Montingelli nasceu em Curitiba. Tem 21 livros solos publicados e participa em 78 antologias. Premiada em concursos literários de contos, crônicas e poesias. Membro da ALUBRA, ALB/Araraquara, do Núcleo de Letras de Buenos Aires e de Lisboa, da Academia ALMAS da Bahia, do Centro de Letras do Paraná e da Embaixada da Poesia. O livro Cavalos e contos recebeu o prêmio de melhor livro de contos pela Literarte/16.


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Olívia Meireles nasceu no Rio de Janeiro, onde vive até hoje. Formada em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, resolveu dedicar-se aos concursos públicos. É devoradora de livros e decidiu começar a escrevê-los também. Apaixonada pela família, pelos amigos, pela vida e pelos relacionamentos, deseja contar muitas coisas sobre isso!


Priscila Honório

Priscila Honório nasceu em 1990, na cidade de Paranaguá, no Paraná. Possui graduação em História pela Faculdade Estadual de Filosofia ,Ciências e Letras de Paranaguá (2011). Mestranda em História pela Universidade Federal do Paraná.


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Raphael Cerqueira Silva é poeta e escritor de contos. Mineiro, da cidade de São Geraldo, é bacharel em Direito e licenciado em História. Publicou em diversas antologias, entre elas, na 9 ª Semana da Poesia do Fórum Lafayette; na Antologia Poética Prêmio Poesia Livre 2016; e na Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos – 2016.


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Renata Freitas nasceu em Belo Horizonte. Graduanda em engenharia agroindustrial. Tem 21 anos e, desde os seus oito anos de idade escreve poesia. Para a autora: “…escrever poesia significa lidar com as nuances da frase, valorizar o significado e o sentido metafórico de cada palavra para exprimir ao leitor sensações e questionamentos no decorrer do conjunto da obra”.


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Thamilly Rozendo, estudante de psicologia, é aquela que escuta mil vezes a mesma música e vê um milhão de vezes o mesmo filme, em ambos os casos sempre parece ser a primeira vez. Escreve desde os 12 anos e considera a escrita a sua maior paixão. É coautora do livro “Para a vida e para o amor: uma boa conversa, por favor”, publicado pela editora Porto de Lenha. E administra o blog: www.logoeu.com.br


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Vagner Braz nasceu brasileiro – e Poeta – em 1992, no município de Pontes e Lacerda, Mato Grosso. É Letrólogo (habilitação em Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Respectivas Literaturas) pela UNEMAT, e pós-graduado em Educação de Jovens e Adultos para a Juventude pela UFMT. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Literatura e Artes. Participou de concursos de poesias e antologias nacionais e internacionais, tendo seu trabalho consagrado na Europa.



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LANÇAMENTO

JUNHO/17

Informações:

antologias@portodelenha.com

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Quer ser um eterno idiota? DICA 2: Dance conforme a música

Por Jackson da Matadancecoformeamusica

Se você está disposto a ser um eterno inútil, siga os passos desta dica: dance conforme a música.

Pode parecer uma questão de bom senso, assim como deve haver várias formas de interpretação para este dito popular.

Dançar conforme a música pode ser o: “agir conforme a conveniência do momento”, ou “adaptar-se a determinadas situações”. Mas nem sempre adaptar-se é a solução.

Algumas situações exigem que nos encaixemos a determinados perfis.

“Se eu sou convidado a fazer parte de uma empresa, preciso me portar conforme as regras daquela empresa. Isso é uma questão de bom senso e profissionalismo!” – Sim, eu acredito nisso.

“Se eu tenho o hábito de fumar charutos a todo o momento em minha varanda, e estou no apartamento de um não fumante, jamais acenderei um charuto na varanda do não fumante.” – Sim, eu também acredito isso.

Ambos os exemplos são questões de bom senso. Assim como milhares poderiam ser citados!

Sim, é bonitinho dançar conforme a música, e sensato adaptar-se às situações que venham a surgir. Isso é tão lindo que ajuda a sermos eternos idiotas.

Calma! Não pense que quero induzi-lo a ser desequilibrado, antiético. Minha única intenção aqui é mostrar que quem dança conforme a música está apto à inutilidade. Não 100%, pois o mesmo pode continuar com atuações eficazes em seus grupos. Afinal, já sabem usar a leitura, a escrita e o cálculo para sobreviverem. Não é mesmo? Da mesma forma se portam os mais de 35 milhões de analfabetos funcionais em nosso país.

Para entendermos o que é dançar conforme a música, vamos lembrar a história de duas pessoas que resolveram não serem uns eternos inúteis: Bill Porter e August Landmesser. Que loucos, hein?

Eles nadaram contra a maré, confrontaram, se oporam às ideias vigentes em suas épocas.

Se você quer ser um eterno inútil não faça como eles, te sugiro a dançar conforme a música.

Percebam a riqueza na postura destes homens. E busquem lembrar-se de uns heróis anônimos que talvez vocês já tenham tido a oportunidade de conhecer. Algumas pessoas não conseguem notoriedade com seus feitos, mas conseguem mudar o mundo ao seu redor.

É não dançando conforme a música que fortalecemos os nossos músculos morais e temperamos nosso caráter com dignidade e honra.

***

“Me dê a pior rota e eu posso provar que sou capaz”! — Bill Porter

Em setembro de 1932, na Califórnia, EUA, nascia Bill Porter. Um parto complicado com o uso de fórceps causou-lhe uma paralisia cerebral. Devido às sequelas, que causavam-lhe limitações na fala e nos movimentos, Bill teve muitas dificuldades, e entre elas, a de conseguir emprego.

Bill havia feito várias tentativas e recebido muitos nãos, mas ele carregava duas lições que havia aprendido de sua mãe: paciência e persistência.

Após muitas rejeições e preconceitos, Bill conseguiu emprego na multinacional Watkins Incorporated, mas não foi fácil convencê-los a contrata-lo.

Porter definitivamente venceu, pois não dançou conforme a música. Ele tornou-se o maior vendedor de porta em porta, ganhando um prêmio de vendedor do ano por ter vendido $42.460,00(dólares). Aprendeu com sua mãe a não ter vergonha de si e ter paciência perante as pessoas.

Claro, não dançar conforme a música também tem suas consequências ruins, como no caso de Bill, a tecnologia evoluiu e ele não quis se adaptar aos novos processos, tornando-se um “dinossauro”, pois não utilizava a tecnologia que estava à sua disposição.

 

“Gente comum. A coragem de dizer não”

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August Landmesser, em 13 de junho de 1936, decidiu não dançar conforme a música quando se recusou a fazer a saudação nazista.

Como mostrado na foto, centenas de pessoas fazem o cumprimento nazista enquanto August fica de braços cruzados. Naquele momento, eles estavam reunidos para assistir ao lançamento de um navio militar.

Landmesser havia sido expulso em 1935, por se casar com uma judia chamada Irma Eckler. Com ela, teve duas filhas e devido a isso foi preso, acusado de desonrar a raça ariana, a linhagem ‘mais pura’ dos seres humanos, como acreditavam os nazistas. No ano de 1941, August foi libertado e enviado à guerra.

A foto se tornou viral após ser publicada, com o título “Gente comum. A coragem de dizer não” com uma explicação sobre sua história, em uma página do Facebook chamada Senri No Michi.

Landmesser não dançou conforme a música, e claro, teve consequências ruins. Logo depois de partir para a batalha, foi declarado desaparecido em combate e presumivelmente morto durante a luta na Croácia, em 1944.

Talvez alguns pensem: “mas se Landmesser tivesse dançado conforme a música, ele poderia ter sobrevivido e jamais sofreria tais consequências ruins”. Claro! Sem dúvidas. Mas August Landmesser perderia a chance de mostrar ao mundo que seguiu firme naquilo que realmente acreditava e não se acovardou perante o poder nazista.

***

Poderíamos citar muitas histórias de homens ou mulheres que não dançaram conforme a música, mas este não é o objetivo principal desta façanha. Com esforço, podemos notar que no decorrer do tempo muitas personalidades aprenderam a dizer não àquilo que conflitava os seus ideais, não às suas limitações. Pois não dançar conforme a música é quebrar paradigmas.

E como nascem os paradigmas?

Para finalizarmos este ponto, vamos conferir uma fábula popular sobre os Cinco Macacos Numa Jaula; um clássico sobre como é formado os paradigmas, confira:

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma gaiola e, no meio desta, uma escada com bananas em cima.

Toda vez que um dos macacos começava a subir na escada, um dispositivo automático fazia jorrar água gelada sobre os demais macacos.

Passado certo tempo, toda vez que qualquer dos macacos esboçava um início de subida na escada, os demais o espancavam (evitando assim a água gelada).

Obviamente, após certo tempo, nenhum dos macacos se arriscava a subir a escada, apesar da tentação.

Os cientistas decidiram então substituir um dos macacos. A primeira coisa que o macaco novo fez foi tentar subir na escada. Imediatamente os demais começaram a espancá-lo.

Após várias surras o novo membro dessa comunidade aprendeu a não subir na escada, embora jamais soubesse por que.

Um segundo macaco foi substituído e ocorreu com ele o mesmo que com o primeiro. O primeiro macaco que havia sido substituído participou, juntamente com os demais, do espancamento.

Um terceiro macaco foi trocado e o mesmo espancamento foi repetido. Um quarto e o quinto macaco foram trocados, um de cada vez, com intervalos adequados, repetindo-se os espancamentos dos novatos quando de suas tentativas para subir na escada.

O que sobrou foi um grupo de cinco macacos que, embora nunca tenham recebido um chuveiro frio, continuavam a espancar todo macaco que tentasse subir na escada.

Se fosse possível perguntar a algum dos macacos por que batiam em quem tentasse subir na escada, com certeza a resposta seria: eu não sei – essa é a forma como as coisas são feitas por aqui.

*****

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Jackson da Mata nasceu em Manaus. É autor de, entre outros, A Próxima Cartada, A Expressão do Completo e O Maior dos Desafios.

Saiba mais em: http://www.facebook.com/jacksondamata

www.jacksondamata.portodelenha.com

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AUTORES: Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos 2016

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Confira o nome dos autores que serão publicados na

Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos 2016

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Alberto Alencar

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Alberto Alencar foi editor do Abjetos Prazeres, fanzine literário com duas edições publicadas, o qual também expôs alguns de seus trabalhos. Sua primeira obra foi Conversando com a Noite (2009). Participou de algumas antologias e tem textos publicados em alguns blogs.  Recentemente lançou o livro Cinco Contos Românticos e Algumas Poesias (2015) pela All Print Editora (SP), um misto de contos e poemas os quais de forma ultrarromântica transgridem antiquados conceitos do amor.

Aldonei Machado

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Aldonei Machado nasceu em 1970 na cidade de Florianópolis. Graduado e Mestre em História, atualmente atua como Professor de História em uma escola pública. O Autor é pai de uma menina chamada Sofia.

“Gosto de escrever. Penso que através da escrita me desvelo. E ao dar o ponto final me escondo novamente. Pelo menos até o próximo lampejo clarificador”. 

Alessandra da Fonseca

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Alessandra da Fonseca é mineira, de Sete Lagoas, e tem 18 anos. É estudante e cultiva, desde muito nova, o amor pela arte e pela cultura. É amante plena das letras e da literatura, sendo que os autores clássicos são sua referência de entrega ao mais belo que existe: a escrita. Leitora, por natureza, tem sempre por perto um livro, pois acredita que, por meio da leitura, o ser humano ganha novos olhares e se lança numa viagem de descoberta. 

Aline Felix

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Nascida em 1989 na cidade de São Paulo, Aline Felix é formada em jornalismo pelas Faculdades Integradas Rio Branco. Blogueira e metida a escritora, é apaixonada por prosas, crônicas e contos. Seus sentimentos e pensamentos ela expressa em seu blog “pelos olhos da cidade”.

Dedicada, esforçada, exageradamente dramática e otimista, procura ver a vida de uma forma simplista. É uma antítese incessante.

Para saber mais acesse: http://pelosolhosdacidade.wordpress.com

Aline Menezes

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Aline Menezes é Jornalista e mestre em Literatura e Práticas Sociais pela Universidade de Brasília (UnB). É natural de Tobias Barreto, Sergipe, e mora na Capital Federal há 16 anos. Atualmente, é doutoranda em Literatura pela UnB e tem experiência docente em Literatura Brasileira, Estudos Literários, Língua Portuguesa, assim como Leitura e Produção de Textos. Pesquisa nas áreas de estudos de gênero, escrita de autoria feminina e literatura contemporânea. Gosta de escrever desde a infância e mantém o site <http://alinemenezes.com>.

Almiro Buda

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Almiro Jesus dos Santos é ator teatral, locutor, professor de Ensino Fundamental, servente de pedreiro, pintor e poeta. Nasceu na cidade de Alcobaça em 07 de outubro de 1985. Filho de um agricultor analfabeto e mestiço de negro com libanês, sonha em publicar um livro solo.

Ana Cláudia Barbosa

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Ana Claudia Barbosa nasceu em 05 de fevereiro de 2003 em Ibiassucê-Ba, cidade localizada no interior baiano. Em 2010, um ano após sua alfabetização, começou a escrever poesias. Até por volta de 2013 escreveu poesias carregadas de liberdade poética e a partir daí foi modificando sua escrita, abordando variados temas mais realistas. Continuou dedicando-se exclusivamente a poemas até o início de 2016, quando descobriu o gênero literário crônicas. Atualmente, tem um espaço na internet que faz postagens principalmente voltadas aos livros e em que publica muitos de seus trabalhos, o blog Palavreando.

Ângela Gasparetto

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Ângela Gasparetto é uma autora entusiasta. Seu gênero preferido é crônicas e contos. Possui uma página no Recanto das Letras desde 2010 com mais de 200 textos publicados. Em 2012 participou do projeto “Palavra é Arte” em conjunto com outros autores, onde teve algumas das suas crônicas publicadas. Atualmente é colaboradora semanal do Caderno Literário “Jornal Comércio da Franca” e Portal Digital GCN.  Em 2015 teve uma das suas crônicas classificadas entre as 15 melhores no Concurso “Crônicas Rubem Braga” do SESC-DF. Também administra uma página no Facebook chamada “Vento na Blusa-Angela Gasparetto e o Blog do mesmo nome. Seus autores preferidos são Machado de Assis, Érico Veríssimo, Rubem Braga e Fernando Sabino e Marcel Proust. Seu hobby favorito é ler e nas horas livres escreve.

Antônio Cavalcanti

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Músico, compositor e escritor, Antônio Cavalcante nasceu em 1979 e reside em olinda –PE. “Univs: Na sombra do Silêncio é seu primeiro trabalho. Um livro de ficção “doc” sobre nosso universo visível, e fala mais intimamente sobre o universo, uma viagem intrigante ao nosso universo e o universo em nós mesmos”.

Ariany Silva

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Ariany Silva nasceu em 1999 em Jundiaí, SP. É apaixonada por leitura, tanto quanto é em escrever. Em 2013, criou seu primeiro blog “Construindo Vidas”, que vem crescendo cada vez mais ao decorrer dos anos. Sempre gostou de observar as simplicidades da vida, levando seus leitores a embarcarem dentro deste seu mundo, onde busca a transformação dos seus sentimentos no sentimento do outro, através do preenchimento dos papéis vazios que acabam por si só preenchendo o vazio de muitas pessoas. Para ela, escrever sobre as façanhas da vida não é tentar se colocar em uma posição superior ao outro, mas sim, compreender que nessa vida cheia de calamidade todos nós possuímos sentimentos.

Bernsau

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Bernsau nasceu na capital do Rio de Janeiro, mas se mudou para o interior ainda muito cedo. Começou a escrever para publicações locais e independentes aos quatorze anos, tendo tido a oportunidade de publicar seu primeiro romance “Alpha” pela Giostri Editora.

Bekah

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Rebekah tem 21 anos. Nasceu em São Bernardo. Estuda biologia na Unesp. Botânica. Taxonomia. Dois gatos. Escreve desde quase sempre. Lê desde sempre. Gandalf e Shawn (o Shawn mia estranho). Gosta de escrever sobre terror\suspense, fantasia. Não escreve nada infantil.

Brunno Vianna de Andrade

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Brunno Vianna de Andrade é historiador. Venceu o Concurso Literário Machado de Assis promovido pelo Jornal Extra do Rio de Janeiro. Foi finalista do I Concurso de Crônicas Cariocas, do Concurso Literário Onde a Arte se Asila e do Concurso Literário Internacional Palabras en el Agua promovido pela UNESCO. Ganhou menção honrosa no Concurso Literário Metacanto 2016. Participou de cinquenta e nove antologias, entre elas, “Professores não só ensinam, eles também escrevem”, “Poesia Livre”, “Rima Rara”, “Incertezas e Suas Fragilidades”, “Poesia Todo Dia”, “A Matriz da Palavra – O Negro em Prosa e Verso”, “Rio de Palavras – 450 anos de História” e “Segunda Guerra Mundial – Memórias e Fragmentos”.

Caroline Langer

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Caroline Ivanski Langer nasceu em Curitiba, no dia primeiro de março de 2000. É escritora, tendo o conto como gênero preferido. Participou das antologias literárias Viagens de Papel e Nanquim, da Andross Editora, e da Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos, edição em homenagem a Carlos Drummond de Andrade, da Porto de Lenha Editora, em 2015.

Christina Magella

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Maria Christina Magella Vieira nasceu em Conselheiro Lafaiete em 27 de julho de 1960. Residente em Cristiano Otoni há mais de 55 anos, então uma cristianense com orgulho. Graduada professora de Língua Portuguesa e Inglês e pós-graduada em Língua Portuguesa e Literatura. Professora aposentada da Escola Estadual “Coronel Alcides Dutra”, situada em Cristiano Otoni, onde estudou e trabalhou por 30 anos. A poesia se tornou um gosto e uma expressão. Poetisa palavras e fotos.

Cintia Almeida

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Cintia Almeida é acadêmica de Pedagogia, nasceu em 13 de fevereiro de 1987 na cidade de Oriximiná- PA. Atualmente vive na cidade de Manaus – AM e trabalha como Assistente de RH. Apaixonada por literatura infantil, está sempre ligada a tudo o que aparece de novo no ramo. Acredita que com uma leitura de qualidade na infância a criança poderá aprender valores imprescindíveis para a vida adulta. Participou da Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos, edição em homenagem a Carlos Drummond de Andrade, da Porto de Lenha Editora, em 2015.

Claudio Nicolino Tavares

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Claudio Nicolino Tavares, 52 anos, Economista, natural de Resende-RJ, três filhos, empreendedor.

Clêuma Alves

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Clêuma Alves, apenas uma viajante nesse tempo chamado vida. Nasceu nos primeiros momentos do dia 1° de maio de 1982. Amante insaciável da leitura e dos encantos do universo literário vai aprendendo e se deixa ir. Graduanda do curso de Letras Vernáculas, pela Universidade do Estado da Bahia-UNEB-Campus IV. Professora do fundamental I. Participou da Obvious com a página “Entre Rabiscos e Palavras com alguns artigos publicados. Participação de duas Antologias poéticas: Concurso Nacional Novos Poetas (2015); e na antologia Poetize (2016). Artigo publicado na revista Artefactum (Eu, Meu Corpo, Minha Voz,  Um Olhar Curioso a Partir de London London ou Ajax, Brush and Rubrush, de Caio Fernando Abreu).

Cristiane da Silva Freitas

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Cristiane da Silva Freitas é licenciada em Pedagogia pela Universidade do Estado do Amazonas, possui 26 anos e mora em Manaus. Tem se aventurado na escrita e composições de músicas com seu amigo Bruno Barroco o qual compõe as melodias através dos quais têm descoberto talentos que achava não possuir.

D. Murad

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Dandara Murad Cajaiba é médica veterinária de formação. A paulistana de 28 anos encontrou na escrita a melhor forma de colocar para fora os universos que viviam apenas em seu interior. Filha única de pais divorciados mostrou desde muito cedo uma imaginação infindável. Boa parte de seus textos são baseados em sonhos e apenas recentemente deu início a seu primeiro romance. Sua maior ambição é tocar a vida de um leitor com suas palavras, e a cada dia sente-se mais próxima de realizar esse sonho. Seu tempo é dividido entre sonhar acordada, inúmeras leituras simultâneas, assistir seriados e filmes e apreciar a companhia de suas pessoas favoritas.

Dylan Ricardo

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Dylan Ricardo (Ricardo Avron Wolkoff), cidadão do mundo, morou na Palestina e em Montreal, Canadá, tendo se especializado profissionalmente em gastronomia e, por mórbida curiosidade e necessidade, na observação do comportamento humano.

Por mais que tenha conhecido outras terras, o que lhe fascina é a exploração do território sombrio do sentimento. O ser e seus equívocos afetivos, o erro de suas escolhas e a destruição emocional e psicológica deles decorrentes.

Atualmente “passa uma chuva” em Recife, enquanto aguarda a oportunidade de vagar por outros solos. Fumante de cachimbo e vez por outra charutos, mergulha em whiskies e madrugadas numa constante análise de lembranças dolorosas, as quais utiliza para tecer o funesto emaranhado de seus escritos.

Evanise Gonçalves Bossle

Evanise Gonçalves Bossle nasceu em Caxias do Sul – RS. Tem Especialização em Língua Portuguesa.  É professora de Língua Portuguesa e Literatura no município de Tramandaí – RS. Recebeu “Menção Honrosa” no V Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães (Setembro/1997). Recebeu diploma na categoria “Destaque” no XIX Concurso Nacional de Poesias (Brasília, julho/1998) e na categoria “Destaque Especial” na Olimpíada Cultural – 500 Anos de Língua Portuguesa no Brasil, em Barra Bonita/SP, em outubro/1999.  Em 2006 lançou o livro de poemas “Ícones do Tempo” e em 2014 lançou seu livro de Contos “Outonos” pela editora Alcance. Também nesse mesmo ano, recebeu Menção Honrosa no Prêmio Lila Ripoll de Poesia – Assembléia legislativa/ PoA. É membro da Academia de Escritores do Litoral Norte na qual participou das Antologias I, II, III, IV e V. Escreve para jornais, revistas e sites.

Everton Medeiros

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Everton Medeiros da Silveira nasceu na cidade de Porto Alegre/RS. Atualmente reside na cidade de Maringá/PR. É engenheiro químico e especialista em engenharia econômica. Ocupa hoje o cargo de Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil. Casado com uma escritora, amante de longa data da literatura, foi muito incentivado a ingressar nesse fantástico universo literário, do qual não pretende sair. Em 2000, já havia iniciado na arte da escrita com a produção de roteiro cinematográfico, voltado ao mercado norte-americano. Participou em diversos concursos desse gênero nos Estados Unidos, mas acabou interrompendo esse projeto. O primeiro roteiro de longa-metragem foi registrado no Brasil e nos Estados Unidos em 2001. Participa em antologias de prosa e poesia no Brasil e em Portugal, além de concursos literários espalhados Brasil afora.

Evilásio Júnior

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Evilásio Alves de Morais Júnior nasceu em Santa Inês – MA. É estudante do curso de Letras da Universidade Estadual do Maranhão, além de vocalista/letrista de uma banda de Heavy Metal, Metanark. Descoberto por uma professora de Língua Portuguesa no Ensino Médio, com um texto que apontava para as glórias do espaço celeste, é filho de costureira, com a qual aprendeu a costurar com o fio atemporal da existência, dando forma ao que é informe, vestindo o homem com o manto da humanidade.

Fabio Breinack

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Fabio Breinack nasceu em Curitiba sob o signo da primavera e tem como hobby a leitura. Para esse poeta amador a poesia está em todos os lugares, desde uma flor desabrochando na primavera a um chiclete mascado jogado ao chão. Entre seus escritores preferidos estão Albert Camus e Pablo Neruda. Seu maior vicio é o café e suas características mais marcantes são a nostalgia, introspecção e a intensidade.

Fabrício Oliveira

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Fabrício Oliveira é poeta e pesquisador voluntário. Nasceu em 1996 em Feira de Santana-BA, mas reside em Santo Estêvão-BA desde o mesmo ano. Além disso, o escritor é estudante do curso de Letras Vernáculas pela Universidade Estadual de Feira de Santana-UEFS, faz parte do grupo de Pesquisa sobre A lírica de Eurico Alves no contexto da modernidade. E já tem um poema incluído em uma antologia nacional.

Fernando Matos

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Fernando Matos é recifense, membro da UBE – União Brasileira de Escritores de Pernambuco (sócio fundador). Tem como mestre literário o escritor Raimundo Carrero. Ator, somando a literatura com a arte de interpretar, atuou na Paixão de Cristo de Recife com o diretor e ator renomado José Pimentel. Seu primeiro livro: Eu, a natureza e a vida foi um marco em sua história. Participação no livro Enfermagem com poesia – a arte sensível do cuidar (2015) – Antologia Palavras Abraçadas, do Grupo Editorial Scortecci (2016)- Antologia Coexistência, da Porto de Lenha Editora (2016) . É membro da Academia IPÊ, Imortal Pernambucano.

Gabriel Antonio Ogaya Joerke

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Gabriel Antonio Ogaya Joerke, natural de Mato Grosso do Sul. Professor concursado do IFMT. Formação em Filosofia e Pedagogia (UCDB/MS); Doutor em Sociologia (IUPERJ/UCAM); Doutor Honoris Causa em Literatura (CSAEFH); Mestre em Educação (UFMT); Especialista em Filosofia: Educação para o Pensar (PUC/SP); Especialista em Filosofia: abordagens temáticas (UNIVAG). Membro Efetivo da Academia Niteroiense de Belas Artes, Letras e Ciências (ANBA); Membro Correspondente da Academia de Artes de Cabo Frio (ARTPOP) e da Academia de Letras de Goiás (ALG). Embaixador, no Brasil, da Divine Académie Française des Arts, Lettres et Culture. Escritor (ensaísta, contista, cronista e poeta) com livros e artigos publicados nas áreas de Literatura, Sociologia, Antropologia, Psicologia e Educação. Site do autor: http://www.gabrieljoerke.com

Grace Cordeiro

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Grace da Silva Cordeiro nasceu em 1970, na cidade de Manaus, em um dia chuvoso. É servidora municipal da Secretaria de Saúde de Manaus, formada em Administração pela Universidade Federal do Amazonas, com especializações em Administração de Recursos Humanos, Gestão Pública e Gestão de Trabalho e Educação em Saúde. Casada, mãe de uma filha. Com diversas participações nos fanzines Gauche e Fingidor, blogs de Manaus, e jornais alternativos do Brasil. Sua última atuação foi a Exposição de Poemas em 2015, com o titulo “Poema Vendido” no sebo cultural “O Alienígena” na sua cidade natal.

Gustavo Bemvenuto da Silva Pereira

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Carioca, 26 anos, mora na Suécia desde 2012. Começou a escrever poesia em 2002 para um concurso da escola onde, na época, cursava a sexta série primária. Ganhou o terceiro lugar com um poema intitulado ”Momento”. Em 2011, já no início da vida adulta, voltou a escrever como que de forma terapêutica, na tentativa de preencher as lacunas deixadas pelo ócio, tédio e falta de perspectiva. Desde então, o autor vem escrevendo com uma pegada mais adulta e analítica da condição humana. Suas maiores inspirações são a vida, o cotidiano e tudo que tem a ver com água.

Italo Ramon Melo Lima

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Italo Ramon Melo Lima tem 22 anos, nasceu em Santa Luzia, uma pequena cidade do interior do Maranhão. Desde cedo dedicado aos estudos, aos 18 anos ingressou na universidade e agora em 2016 conclui o curso de Letras Inglês e Português pela Universidade Estadual do Maranhão. Desde criança, movido pela melancolia típica do nordeste, sempre teve apreço pelos textos de cunho intimista e de sondagem psicológica. É nessa perspectiva de sondagem, e partindo das reflexões mais recônditas do ser, que passou a escrever poesias, com intuito de manifestar os questionamentos.

J. Amorim

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Amorim nasceu em 1989 na cidade de Carpina, interior de Pernambuco, Brasil. É formado em Engenharia Civil pela Universidade de Pernambuco (UPE); bibliófilo, procura nas horas vagas debruçar-se em seus livros. Ama deambular, conhecer palavras novas, e é um grande admirador de ocasos.

J. Yasunari

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Yasunari é Historiadora, mora em Recife/PE, é formada no curso de História pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, e é aspirante a poeta, pois, como disse Clarice Lispector: “não sou uma profissional”, seus poemas são Ultrarromânticos, permeados pelo spleen (Tédio e melancolia), sua inspiração poética para esse gênero proveio do seu amor pelo poeta Ultrarromântico Manuel Antônio Álvares de Azevedo (barão de Itapacorá) ou simplesmente, Alvares de Azevedo. Começou a escrever bem cedo e com o tempo foi amadurecendo na escrita de seus poemas. É proprietária de uma pagina no facebook a qual posta seus trabalhos, a página se chama ‘Voos da Imaginação’, e são por eles que ela escreve seus versos tão cheios de sensibilidade e intensidade.

João Carlos Borges

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Natural de Jequié-BA, João Borges morou em Belo Horizonte, Salvador, Jaguaquara – BA, em fazendas de Governador Valadares e Betim, e Brasília. Há trinta anos residente em Salvador – BA. Foi funcionário público federal e estadual, empresário e corretor de imóveis. Escreveu artigos para os jornais de Brasília: “Correio Braziliense” e “Vanguarda”, e ao “Jornal da Pituba”, de Salvador. Foi programador, diretor e apresentador do programa “Bossasseion”, na “Rádio Alvorada”, de Brasília, durante quatro anos. Escreveu um trabalho inédito sobre a “Bossa Nova”. Hoje aposentado dedicando-se a trabalhos literários. 

João Lucas Galvão Vila Nova

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João Lucas é um jovem aspirante a escritor, ainda cursando o ensino médio. Desde sua infância sempre foi apaixonado por arte, nas suas diversas formas. Conforme a idade aumentava os títulos variavam. Quando completou 16 anos conheceu sua maior inspiração, Bukowski. Aprofundou-se em suas obras e aos 18 anos sentiu que tinha que fazer o mesmo, baseando-se em seus conflitos pessoais, familiares, amorosos e na rua principal da sua cidade, com palmeiras que lembram a Califórnia em noites quentes. Começou a relatar sua visão do mundo em um blog na internet, popular entre seus amigos leitores, e descobriu que escrever é sua verdadeira paixão.

João Mestieri

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João Mestieri, Doutor em Direito pela PUC-Rio, Master of Laws pela Yale University (USA), fellow in Law and Modernization da Yale Law School. É professor-fundador das Universidades Estácio de Sá (1970) e Candido Mendes (1976), e professor associado da PUC-Rio e titular do Mestrado da Candido Mendes. Obteve em sua carreira acadêmica os títulos mais expressivos. Autor de diversos livros e artigos de Direito Penal e Criminologia, sendo a primeira edição de sua obra “Direito Penal – parte geral” contemplada com o prêmio Pontes de Miranda, da Academia Brasileira de Ciências Jurídicas; é o titular da cadeira n.º 16, da Academia Brasileira de Letras Jurídicas; também advogado militante desde 1964, tendo trabalhado com diversos nomes de expressão da advocacia criminal brasileira.

João Moreno Lima Neto

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João Moreno Lima Neto, goianiense, 23 anos. Estudante de jornalismo que escolhera a profissão pelo simples fato de viver para escrever. Literatura e fisiculturismo são hobbies. Assim como música e a companhia da esposa são necessidades.

Joel Ferreiro

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Joel Ferreiro, poeta cearense, natural de Horizonte, graduando em Psicologia. Acredita que o lirismo é uma terra vasta e que vez por outra seus poemas o ferem, entretanto dão a oportunidade de algo ser plantado na fenda recém-aberta.

Jonnata Henrique

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Jonnata Henrique Marinho, poeta, cordelista, contista, da cidade de Brejo da Madre de Deus, Pernambuco, amante das letras, escreveu e obteve seleção para antologias de prosa e poesia brasileiras e portuguesas.

Josefa Felix

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Josefa Felix do Nascimento nasceu na pequena cidade de Itabaianinha – Se, em 1992, cursou os primeiros estudos na Escola Jorgina Guimarães Batista, situada em um bairro pobre da cidade. Formou-se em Letras Português/Espanhol pela Faculdade Pio Décimo, na cidade de Aracaju, em 2016. Desde criança se interessou pelas pequenas poesias e, começou a escrever, no entanto, sempre as manteve lacradas em seu caderninho de anotações.

Jussara Zanatta

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Jussara Grapiglia Zanatta é pós-graduada em Letras – literatura – AEE; Com Especialização em AEE, Interdisciplinar, Gestão escolar (Adm. Orientação e Coordenação Educacional) Psicopedagogia, Educação Infantil e Séries Iniciais. Tem Participação em dezenas de coletâneas. Possui Livros editados pela CBJE: Poessencia, Por Amor, Face a natureza, Haicais livres, Ideias Soltas- Para cada dia uma frase, Coração Maduro, Tercetos Soltos, O poder dos bons Poemas e Doce Invenção. Livro infantil editado pela editora Alternativa: A mais colorida aventura.

L. Cruz

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 Lindamey de N. F. da Cruz nasceu em 13 de setembro de 1998 em Macapá, cidade do estado do Amapá. Cursa o terceiro ano do Ensino Médio, mas desde o fundamental dedica parte do seu tempo à escrita.
“Cultivo, a muito, imensa vontade de ser lida e o reconhecimento não é um objetivo primordial em minha opinião. Admiro imensamente os grandes escritores que forjaram a história da literatura e por eles tenho grande respeito e veneração, já que são responsáveis por minha, ainda prematura, contribuição para esta arte que deve ser feita, acima de tudo, com sincera paixão.”

Lázaro Santos

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Lázaro Santana Santos é Pedagogo, nasceu em 1995. Cresceu na cidade de Paripiranga, no interior da Bahia. É apaixonado pela literatura de Clarice Lispector. Escreve poemas sobre tristezas, medos e angustias próprias, isto é, sobre os percalços da vida.

Lêda Rocha

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Lêda Rocha nasceu em uma pequena comunidade, na zona rural do município de São Francisco – MG. Lá onde chamam de Ribeirão, lá onde o sossego é rotina, as pessoas tem o mesmo sangue, onde os caminhos são estreitos mas infinitos. Cresceu em uma família de seis irmãos e aos 14 saiu de casa para viver na cidade grande (não tão grande assim), para cursar o ensino médio. Aos 17 partiu de novo, dessa vez para Montes Claros, onde foi estudar Psicologia. Ela é dessas que prefere uma biblioteca a uma academia, que escreve o que sente e o que gostaria que sentissem, se aventura na vida e nas palavras. Hoje, dedica-se aos seus projetos pessoais, não quer morrer sem antes visitar a China, se encontrar com Samuel Rosa e comprar uma cama elástica.

Letícia Álvares

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Letícia Álvares é mineira de Poços de Caldas, mas aos 16 anos foi para o Rio de Janeiro, a fim de prestar o vestibular. Formou-se em Direito pela UFRJ.

Em 2015, lançou, no Rio de Janeiro, seu primeiro livro, Poesias ao Vento. Participou em maio de 2016, do II Encontro de Escritores Poços-caldenses da XI Feira Nacional do Livro de Poços de Caldas/MG – Flipoços e nesta mesma ocasião, lançou o seu primeiro livro infantil, O Passeio dos Pernilongos. Esteve presente na II Feira do Livro de Resende/RJ, em junho de 2016, como expositora e palestrante com o tema: A Literatura como Instrumento de Humanização. Faz parte, como poetisa, da antologia de poetas da língua portuguesa – “Em todos os Ritmos da Poesia”, que foi lançada em setembro de 2016 no Rio de Janeiro e em Lisboa/Portugal.

Lu Costa

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Lucilene da Costa Borges dos Santos mora no Rio de Janeiro e exerce a profissão de professora de literatura.  É graduada em letras pela  Puc- Rio e especialista em literatura e cinema pela Universidade  Rural do Rio de Janeiro. Ama escrever e estar envolvida com o universo literário. Sempre participa de concursos literários, feiras e eventos da área. Além da literatura também ama música, cinema e viajar pelo mundo, conhecendo diferentes culturas.

Luciane Marangon Della Flora

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Luciane Marangon Della Flora nasceu em 04/08/1983, em Redentora -RS. Filha de Romaldo e Neila Della Flora, em 2008, concluiu o Curso de Licenciatura Plena em Letras – Língua Portuguesa e Respectivas Literaturas pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUI. Pós – Graduada em Gestão Educacional pela Universidade Federal de Santa Maria – UFSM, atua como supervisora educacional e professora na Escola Estadual de Educação Básica Feliciano Jorge Alberto, base de sua formação. Escreve, atualmente, a coluna Tecendo Palavras para o Observador Regional, site de notícias da Região Celeiro. Percebe na leitura e na escrita uma enorme possibilidade de ser mais feliz.

Luiza Cantanhêde

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Luiza Cantanhêde é natural de Santa Inês – MA. Filha de lavradores, formou- se em contabilidade em Teresina – PI, onde reside atualmente. Estreou nas letras com “Palafitas” (Editora Penalux-2016). Tem participação em outras obras de Poetas Maranhenses. Suas obras inéditas são: “Amanhã, serei uma flor insana” e “Monólogo de ausência”. 

Maísa Oliveira

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Maísa Míriam Oliveira de Paula nasceu em Congonhinhas, Paraná, no dia 13 de fevereiro de 1963. Licenciada em Letras, pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mandaguari e pós-graduada em Didática e Metodologia do Ensino, pela UNOPAR – Arapongas. Foi professora de Língua Portuguesa pelo Governo do Estado do Paraná. Atualmente encontra-se aposentada.

“Gosto muito de ler e escrever. Amo as Letras, amo a Língua Portuguesa. Por isso, quando escrevo e mostro um pouco de mim num poema ou em outro tipo de texto, sinto-me como se o meu espírito se encaixasse ao meu corpo”.

Márcio de Assis

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Um poeta mais do que certo é incerto e faz do impossível o possível de viver. Esse é Márcio de Assis, pseudônimo de Alexandre Luiz Ribeiro da Fonseca Júnior, menino jovem “aprendiz de poeta”, nascido no dia 27 de julho de 1996 em Sete Lagoas- MG. Tem seus 20 anos e é apaixonado por literatura, desde Homero a Drummond. De Cervantes a Rosa. Apaixonado por poesia desde sua adolescência faz dela sua verdadeira “janela para a alma”, motivo verdadeiro de viver. Vê poesia em tudo e gosta de sublimar o instantâneo. Atualmente está no segundo período do curso de Letras da UFMG. É criador do blog Poética Atemporal (alerpoetica.blogspot.com), onde reúne alguns de seus poemas. Um eterno apaixonado, assim o definiriam. E mesmo o universo sendo infinito, nada é maior que seus sonhos.

Maria Inês Resende

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Maria Inês Resende é mineira de Santo Antônio do Monte, profa. de literatura e língua portuguesa – Ouro nas Olimpíadas de Língua Portuguesa de 2010 e 2012. Autora do livro Deserto Habitado, adotado no vestibular de 2008, Faculdade Santa Rita – FASAR, Conselheiro Lafaiete, e dos infantis: O menino que fez a manhã nascer azul, A menina que tinha estrela nos olhos, ambos pela editora O Lutador, e Uma notinha sozinha não faz canção, 1° lugar no 1° Concurso Nacional de Textos Teatrais Filosóficos, promovido pelo Centro de Filosofia Educação para Pensar, parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC – e Editora Sophos. Autora do poema “Concepção”, 5° lugar, 22° Festival de Poesia e 7° Circuito de Literatura, Ipatinga – MG. Tema do Carnaval – Lagoa da Prata – MG, com o texto “Pegando a Caravela do Brasil até desembocar no ano 2000”.

Mayanna Velame

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Mayanna Velame nasceu em Manaus, em 1983. É formada em Letras – Língua Portuguesa pela Universidade Federal do Amazonas. É cronista do jornal Comunicação Regional de Aparecida do Norte.  Escreve periodicamente contos e poemas para os sites literários: Recanto das Letras e Texto de Garagem.

Tem publicado o conto Eu e o fragmento de todas as outras coisas, na antologia – Folhas verdes (2010). E a crônica Então, amor na antologia Enamorados (2016).

Neusa Borges

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Neusa Borges nasceu em Ceres, cidade do interior de Goiás, reside em Goiânia desde 1979, divorciada e mãe de um casal de filhos. Professora de escola pública estadual, descobriu a poesia nos livros didáticos. Escreve esporadicamente, aproveitando os lampejos poéticos. Possui uma poesia publicada no livro Poesia Livre 2015. Pretende reunir suas poesias em um livro, tão logo seja possível. 

Raphael Cerqueira Silva

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Raphael Cerqueira Silva é mineiro da cidade de São Geraldo; bacharel em Direito e licenciado em História; Poeta e escritor de contos desde 2011. Seu primeiro poema, “O céu escureceu”, foi publicado na 9 ª Semana da Poesia do Fórum Lafayette, de Belo Horizonte, em 2016. Recentemente, seu poema “Inspiração” foi classificado no concurso Poesia Livre 2016 (Concurso Nacional Novos Poetas) e publicado no livro Antologia Poética, da Vivara Editora Nacional. Seu poema “Meia noite sombria” foi classificado no concurso Prêmio Sarau Brasil 2016 e aguarda publicação no livro Antologia Poética juntamente com os demais classificados. Participa do Projeto Palavra é Arte, em 2016, onde publica 10 poemas no livro “Poesias” da Editora Palavra é Arte.

Renata Freitas

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Renata Freitas nasceu em Belo Horizonte. Atualmente estuda engenharia agroindustrial na FURG (Universidade Federal do Rio Grande). Atualmente mora na região metropolitana de Porto alegre. Tem 20 anos e, desde os seus oito anos de idade, escreve poesia. Para a autora: “… escrever poesia significa lidar com as nuances da frase, valorizar o significado e o sentido metafórico de cada palavra para exprimir ao leitor sensações e questionamentos no decorrer do conjunto da obra”.

Ricardo Santana

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Ricardo Santana, empregado público, é administrador de empresas por formação e admirador de poesia, música e literatura por inclinação. Dando seus primeiros passos na arte da escrita, suas narrativas são reflexos de suas leituras e de suas próprias vivências e observações. Publica seus textos em seu blog “Os Anos de Aprendizado” <osanosdeaprendizado.wordpress.com> e assina a coluna “Os escritos permanecem, por Ricardo Santana” no Portal Heráclito <www.portalheraclito.com.br>

Rodrigo Alencar Alves

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Rodrigo Alencar Alves tem 32 anos e mora em São Paulo, capital do Estado homônimo. É licenciado em História e ama ler e escrever textos. No que se refere à literatura, tem predileção por alguns autores do século XIX, como Edgar Allan Poe, Guy de Maupassant e Arthur Conan Doyle. Isso, porém, não o afasta das influências mais recentes da literatura contemporânea.

Rodrigo Silva Cristalino

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Rodrigo Silva Cristalino tem 31 anos. É Poeta, Ator, e músico. Reside na cidade de Osasco – SP. Pós-graduado em Educação Musical pela Faculdade Paulista de Artes de São Paulo. Em 2008 Formou-se em Administração de empresas pela faculdade Anhanguera Educacional; em 2011 Formou-se em Arte Dramática pelo Centro Universitário Senac – Lapa Scipião, atua como educador de artes no projeto de Olho no futuro – Paulus, e como conselheiro do Grupo Gestor do Céu das Artes, segmento – Cultura, e professor de música e de teatro pelo Centro Comunitário Nossa Senhora das Graças. Escreve desde os 15 anos, e têm participação nas antologias: Coexistência – ed. Porto de Lenha, Palavras Abraçadas – ed. Scortecci, Prêmio Poetize 2016 – ed. Vivara, e Prêmio Poesia Livre 2015 da mesma editora. A poesia para ele é para a vida inteira.

Sálvia Haddad

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Sálvia Haddad nasceu em Manaus, em 1977. É graduada em Direito pela Universidade Federal do Amazonas e pós-graduada em Direito Processual Civil também pela Universidade Federal do Amazonas e em Direito Tributário pelo Centro Integrado de Ensino Superior do Amazonas.

Durante 10 anos atuou na advocacia privada e hoje exerce sua profissão na advocacia pública como Procuradora do Estado do Amazonas. Em 2013 lançou sua primeira obra literária, Mel e Fel – Retalhos de Vida, livro de crônicas que tratam de questões como: alegrias, paixão, dores, morte, superação.  Em 2015, lançou Teus Olhos de Capitu – Outros retalhos e alguns poemas, que além das crônicas, marca a estreia da autora na poesia.

Sandra Boveto

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Sandra Boveto é graduada em Letras e Direito pela Universidade Estadual de Maringá e, atualmente, exerce o cargo de auditor-fiscal da Receita Federal. Sem abandonar sua atividade principal, permitiu que a escrita tomasse um espaço expressivo e indeclinável em sua vida a partir de 2015, quando concluiu o original de seu primeiro livro solo: O Mundo Exclamante – uma obra infanto-juvenil. Participa com poemas e contos em várias antologias no Brasil e em Portugal. Possui trabalhos publicados também na plataforma Wattpad.

Silvana Delácio

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Silvana Delácio possui licenciatura plena em História, especialização em Educação/Capacitação Pedagógica na UFRPE; professora de história no Governo do Estado de Pernambuco; educadora social no Ponto de Cultura Cinema de Animação com sede em Gravatá; produtora cultural no Sarau Artístico Literário da Biblioteca de Olinda de 2011 a 2015; pesquisa histórica, cartorial e genealógica para o livro BUARQUE UMA FAMÍLIA BRASILEIRA de Bartolomeu Buarque de Holanda; participação poética no livro Antologia Pernambucana dos Sete Pecados Capitais de Cássio Cavalcante; co-coordenação no Sarau da Cidade – Estação Gravatá, agosto/2016.

Thaysa Gabriella Gonçalves

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Thaysa Gabriella Gonçalves, 20 anos, graduanda do curso de Letras Português na Universidade Estadual do Paraná – campus de Apucarana, amante das letras e da literatura, arrisca-se na loucura que é a poesia retratada em poemas.

Vaneza Melo

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Vaneza Nascimento de Oliveira Melo nasceu no Recife, Pernambuco, em 31 de março de 1978. É graduada em licenciatura em história pela Universidade de Pernambuco e pós-graduada em Psicopedagogia Institucional. Professora da rede municipal de ensino da prefeitura de São Lourenço da Mata, exercendo a função de Coordenadora de Programas e Projetos Educacionais na Secretaria de educação da cidade. Em sua carreira de 20 anos obteve várias premiações pelo desempenho do seu trabalho: prêmio Victor Civita/revista nova escola, Comenda gente de expressão, prêmio mulher evidência, e mulheres que mudaram a história de Pernambuco. Atualmente dedica-se ao trabalho de escritora com o conto: amor de engenho e o de poesia: primeiras palavras poéticas.

Verônica Pereira de Almeida

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Natural de Salvador/BA, Verônica Pereira de Almeida é graduada em Letras Vernáculas com Inglês e as respectivas Literaturas; Especialista em Metodologia do Ensino Superior; Mestra em Língua e Cultura e Doutoranda em Educação.  Professora de inglês da rede básica de ensino – SEC/BA e autora de textos literários e artigos sobre Educação e Linguagem.

Wallyson Souza

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Wallyson Souza tem 29 anos e sempre foi apaixonado pela escrita. Começou a escrever poemas e poesias em 2005. Em 2010 lançou a obra: Versos de Um Sonhador e, em 2013, Suspiros Poéticos. Participou de eventos culturais e literários de sua cidade com o intuito de levar através da arte o prazer de viver.

Willyan Pacheco

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Graduando em pedagogia pela Universidade Federal de Campina Grande, (UFCG) campus Cajazeiras/PB, Willyan Pacheco reside na cidade de Uiraúna, alto sertão paraibano. Amante da filosofia e um eterno apaixonado pela poesia brasileira, escreve cada palavra dando voz à alma, renascendo em cada verso e revivendo um grande amor.

Yasmim Santos

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Nascida em 1997, na cidade de Anori, interior do Amazonas, Yasmim Santos é estudante de Jornalismo, blogueira e escritora. Decidiu brincar de ser gente grande aos 17 anos, quando ouviu seus sonhos falarem mais alto. Trocou de cidade, mas nunca esqueceu de suas raízes. Atualmente, mora em Manaus, na famosa cidade de pedra. Suas crônicas já foram publicadas nos livros Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos de 2015 e Coexistência, ambos publicados pela Porto de Lenha Editora. É membro da Associação de Escritores do Amazonas – Asseam e sócia – titular da Associação Brasileira de Escritores e Poetas Pan-Amazônicos – Abeppa. Apaixonada por livros, artes e literatura, Yasmim acredita nos sonhos e no lado bom das coisas, acredita também nas pessoas, dessas pessoas – loucas – que acham que o amor resolve tudo.

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Confira em nosso SITE o resultado do

PRÊMIO PORTO DE LENHA DE LITERATURA 2016

www.portodelenha.com

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Publicado em Antologias, Prêmio Porto de Lenha de Literatura | Comentários fechados em AUTORES: Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos 2016

Quer ser um eterno idiota? DICA 1: Tenha medo de arriscar

Por Jackson da Mataarriscar

Pessoas de sucesso tem algo em comum, elas arriscam. E pessoas de fracasso também tem algo em comum, elas têm medo de arriscar.

Já imaginou se homens e mulheres de sucesso como Bill Gates, Luiza Helena Trajano, Mark Zuckerberg, Romero Rodrigues e Samuel Benchimol tivessem medo de arriscar?

Eles seriam eternos inúteis.

– o Bill Gates, um dos mais bem-sucedidos empreendedores, fundador da Microsoft, uma das mais importantes empresas do mundo;

– a Luiza Helena Trajano, uma das mais importantes representantes do comércio brasileiro, fundadora do Magazine Luiza;

– o Mark Zuckerberg, que com profunda dedicação e empenho idealizou e fundou a rede social mais importante da atualidade, o Facebook;

– o Romero Rodrigues, que se destacou no mercado como fundador e CEO da empresa Buscapé. No qual mesmo diante dos obstáculos, jamais deixou de acreditar no modelo da sua empresa até que ela viesse a se tornar uma das maiores do segmento no país;

– o Samuel Benchimol, um dos maiores especialistas da região amazônica, tendo um vasto curriculum como empreendedor, economista, cientista e educador;

Sabe o que estas pessoas tinham em comum? Elas não tinham medo de arriscar.

O medo é um mal que paralisa as pessoas. Alguns têm medo de andar de carro, outros têm medo de viajar de avião; alguns têm medo de lugares fechados (no qual a ansiedade é desencadeada por situações que para os outros não representam perigo nem ameaça), outros têm medo de tempestades ou furacões.

Al Gore, um ativista ecológico e Nobel da paz, certa vez disse que não arriscar nada é arriscar tudo.”

Assim como muitos, passei alguns anos de minha vida trabalhando em algo que não era o meu ideal, mas que fazia parte do mesmo.

Nem sempre aquilo que desejamos pode ser alcançado com um único passo. Algumas coisas na vida precisam ser encaradas para chegarmos naquilo que realmente almejamos. Inclusive, trabalhar com aquilo que você não gosta para ter acesso àquilo que você almeja.

Quando um caçador sai em busca de sua caça, ele enfrenta situações de perigo. Se o medo for do tamanho do perigo, ele jamais poderá ser considerado um caçador, pois nunca sairá para caçar.

O medo interfere nos sonhos tanto quanto a água interfere no fogo.

Um pretenso a estudante de biologia que tem medo de manipular animais, ou assistir a uma aula no laboratório de anatomia sem se sentir mal, jamais conseguirá aproveitar a oportunidade de se tornar um biólogo completo. Não que ele não possa se tornar um biólogo, mas perderá momentos fascinantes e importantes na sua carreira.

Existem pessoas que tem um medo considerado “estranho, diferente, esquisito”. Por exemplo:

– Quem sofre com o medo irracional de pronunciar nomes e palavras longas, dá-se o nome de hipopotomonstrosesquipedaliofobicos.

– Quem sofre com o medo extremo de longas esperas (como em filas de banco), dá-se o nome de macrofóbicos.

– Quem sofre com o medo intenso de ficar sem sinal no celular (conhecido como o medo dos tempos modernos), dá-se o nome de nomofóbicos.

– Quem tem medo de tempestades, furacões e ventos em geral, dá-se o nome de ancraofóbicos.

Pessoas que sofrem com esses e outros medos, tencionam a perder muitas oportunidades na vida.

 

O medo pode e deve ser encarado

O psiquiatra, psicoterapeuta e escritor Augusto Cury, certa vez disse que a vida é um contrato de risco.

E completou,

“Basta estar vivo para correr riscos. Risco de fracassar, ser rejeitado, frustrar-se consigo mesmo, decepcionar-se com os outros, ser incompreendido, ofendido, reprovado, adoecer. Não devemos correr riscos irresponsáveis, mas também não devemos temer andar por terrenos desconhecidos, respirar ares nunca antes aspirados.

Viver é uma grande aventura. Quem ficar preso num casulo com medo dos acidentes da vida, além de não os eliminar, será sempre frustrado. Quem não tem audácia e disciplina pode alimentar grandes sonhos, mas eles serão enterrados nos solos da sua timidez e nos destroços das suas preocupações. Estará sempre em desvantagem competitiva.”

Pra conseguir algo em que você realmente acredita, é preciso que se arrisque. Somente encarando o medo fará com que não corra o perigo de pôr tudo a perder.

Desistir é mais fácil, é tentador, mais confortante que correr atrás dos objetivos; e é por isso que muita gente desiste de seus sonhos.

 

Jogue xadrez com o medo

O mundo é violento, mas não tanto quanto imaginamos. Nosso consumo excessivo de informações negativas veiculadas nos jornais tem ativado determinadas fobias.

Se formos dar atenção especial aos medos que sentimos no dia a dia, passaremos a vida a correr dos perigos.

É medo de ser assaltado, medo de ser atropelado, medo de ser demitido do emprego, medo de não dar certo na vida, medo de ser envenenado, medo de animais silvestres, medo de viajar de avião,…

O medo bate em nossa porta, mas será que precisamos atendê-lo?

O medo convoca seus soldados, mas você não é obrigado a alistar-se.

Recentemente passei por período de medo coletivo, em uma aeronave que decolou da grande São Paulo, rumo a Porto Alegre. Este voo fez um pouso não programado de volta ao aeroporto após ter colidido contra um pássaro.

Até então não sabíamos que era um “quero-quero” que havia entrado no motor. Fortes faíscas saíam da asa direita, bem onde eu estava sentado, e estrondos eram sentidos.

Pensávamos que o voo ia abaixo, e que a qualquer momento explodiria no alto.

Quando você percebe um leve desespero na tripulação, é sinal de que o problema deve ser sério.

Ao fazer o retorno, após uns minutos da decolagem, vários bombeiros já estavam a postos na pista.

Por mais que os dados revelem o quanto as viagens aéreas são seguras, é provável que a partir daquele dia vários dos passageiros tenham se apossado do medo de viajar novamente. Muitos terão medo de arriscar, assim como vários passaram a ter medo após os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, no qual vários voos foram sequestrados.

Arriscar faz parte do jogo. Sem assumir riscos, jamais haverá sucesso na vida. Portanto, arrisque-se. Caso contrário, correrá o risco de ser um eterno idiota.

*****

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Jackson da Mata nasceu em Manaus. É autor de, entre outros, A Próxima Cartada, A Expressão do Completo e O Maior dos Desafios.

Saiba mais em: http://www.facebook.com/jacksondamata

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1985 (Angela Gasparetto)

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  1. Ouvindo exaustivamente James Taylor. Ouvindo exaustivamente Rod Stewart.

 

Rock in Rio. Influência daquele festival. Emoção da juventude, sonho deslumbrado daquela geração de país denominado terceiro mundo, mas de juventude de primeira…

 

  1. Primeiro presidente eleito, mesmo que de voto indireto. 1985, coração fremente de alegria. “Coração de estudante, há que se cuidar da vida”, como dizia Milton Nascimento. Há que se cuidar do mundo”. Coração de esperanças.

 

Deitada em minha cama, olho pela porta e a vejo. Ainda limpa o armário da sala de jantar. Pule as louças, limpa o pó de uma vida.

 

Suas mãos sardentas. Seus cabelos loiros tingidos, mas tão lindos de naturais.

Seu sorriso amoroso. Suas chamadas intempestivas.

 

  1. Cabelo pigmaleão, calça jeans, brincos de argola.

James Taylor. “ Your’ve  got a friend”. Você tem um amigo. Eu só tinha você de amiga.

 

O rádio enorme, as fitas cassetes, os discos de vinil no canto,  o calor no corpo. A rebeldia na alma. Você ainda continua limpando o armário. Depois, passou para mesa amarela de fórmica, sonhos dos anos 60.

 

James Taylor começou agora a cantar “You can close your eyes”.

“So close your eyes

You can close your eyes

It’s all right”

Só quero fechar os meus olhos. Está tudo certo.

 

A casa é a mesma.  Só que agora é 2015. O quarto é o mesmo, mas  objetos outros adquiridos pelos sonhos da mudança.

 

O armário agora é de madeira e a mesa não é de fórmica amarela. É também de madeira, adquiridas por sonhos de terceiros.

 

Você não limpa mais nada. 30 anos depois o país voltou a estagnar. Estamos talvez próximos do retrocesso de antes de 1985.

 

Mas só quero agora fechar meus olhos. Só queria abri-los de novo em 1985, você ali limpando a sala de jantar sonhada, eu no quarto almejado, sonhando  o país esperado, ouvindo James Taylor, me rebelando, mas sabendo que tinha  você como amiga.  “I just wanted a friend like you”….

***

angela-aÂngela Gasparetto é uma autora entusiasta. Seu gênero preferido é crônicas e contos.

Em 2012 participou do projeto “Palavra é Arte” em conjunto com outros autores, onde teve algumas das suas crônicas publicadas. Atualmente também é colaboradora semanal do Caderno Literário “Jornal Comércio da Franca” e Portal Digital GCN. Em 2015 teve uma das suas crônicas classificadas entre as 15 melhores no Concurso Crônicas Rubem Braga do Sesc-DF.

Seus autores preferidos são Machado de Assis, Érico Veríssimo, Rubem Braga e Fernando Sabino.  Seu hobby favorito é ler e para não enlouquecer, escreve.

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Sobre o Amor (Giovana Xidieh)

Love-Quotes

Você vai se apaixonar algumas vezes na sua vida. Isso é um fato, não adianta se debater contra ele. Pelo contrário, fique agradecido que existe mais de uma chance.

Eu vejo um bando de adultos como eu que, ou estão presos em relacionamentos ruins, ou se escondendo numa solteirice sem fim. O porquê? Se sentir aterrorizado diante da possibilidade de começar do zero e, de repente, se apaixonar de verdade. Já ouvi muitos dizerem que simplesmente não conseguem se abrir para o amor de novo. Têm pavor de perder o controle.

Eu também tive. Por muito tempo.

Mas você não pode ruminar esse pavor para sempre, porque você vai acabar perdendo a chance de encontrar a pessoa mais extraordinária do mundo.

Aquele velho ditado que você simplesmente sabe que encontrou a pessoa é totalmente verdadeiro. É assustador, mas da maneira mais incrível que existe. É como se todos os seus pedacinhos ficassem inteiros de novo. É como se tudo que você viveu estivesse, na verdade, te trazendo até este único momento. Você se pega querendo lutar para ser uma pessoa melhor. É ver um sorriso genuíno tomar o rosto daquela pessoa e ter a sensação de que, por um instante, tudo está bem no mundo. É sentir que você está, finalmente, completo. Não importa o que venha pela frente, nem o quanto você tinha se machucado antes, porque você sabe que encontrou mágica pura – bem ao alcance das suas mãos. É muito mais do que uma necessidade de posse, é a felicidade de sentir que o misterioso pedaço que faltava, está dentro do seu coração agora. É um querer bem que desconhece o ciúme ou a necessidade de aprisionar aquela pessoa ao seu lado. Você quer que ela voe e encontre tudo que procura, para que depois ela possa voltar para perto e te mostrar todas as coisas incríveis que foi desbravar lá fora. E mesmo que nunca existam entre vocês as amarras dos relacionamentos, você está em paz porque encontrou aquele alguém que é tão precioso para você, muito mais do que qualquer convenção possa estragar.

 

Não deixe que o medo tire as suas chances de sentir amor de novo. É algo muito valioso para simplesmente deixá-lo passar por você.

Acredite, você não é feito de vidro, você consegue dar conta.

***

Giovana Xidieh

Giovana Xidieh é autora de contos e romances, além de publicar seus devaneios no blog “O caminho de casa”. Formada em Psicologia e Letras, com especialização em Literatura, atua na área da educação desde 2001. Leia mais em: https://giovanaxidieh.com/

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Quantos anos você tem? (Paulo Joaquim) P.J

hourglass-620397_960_720 (1)Com um ano, descobri as cores e os sabores.

Com dois, descobri que fogo queima e insetos picam.

Quando tinha três anos descobri que correr e me equilibrar exigia muita pratica.

Aos quatro, descobri que as meninas não tem um pipi igual ao meu.

Com cinco anos descobri que nem todos os meus amiguinhos compartilhavam das minhas ideias.

Aos seis anos resolvi que já era responsável o suficiente para ter meu primeiro cachorro.

Com sete, descobri que a escola assusta. Tem um monte de gente lá que eu não conheço.

Aos oito me apaixonei pela primeira vez.

Com nove anos decidi que seria Bombeiro e salvaria o mundo.

Com dez apanhei pela primeira vez na escola, foi ai que descobri que salvar o mundo não seria fácil.

 

Tenho onze anos, e estou novamente apaixonado desta vez pela minha Professora. É uma pena ela ser casada formávamos um belo par romântico.

Com doze todos me perguntavam o que seria quando crescesse os adultos realmente não têm muita criatividade para perguntas. Descartei minha carreira de Bombeiro.

Aos treze comecei a frequentar a alta sociedade, era bexiga, refrigerantes, palhaços, bolos e parabéns pra você que não acabava mais.

Com quatorze descobri que meus pais eram de outro mundo e totalmente atrasados no tempo. Até as musicas que eles ouviam eram velhas.

Aos quinze já era um homem, dono do meu nariz e tudo mais, pagava até contas em bancos.

Com dezesseis descobri que uma simples espinha pode te transformar no sujeito mais feio do mundo.

Aos dezessete deixei de achar as garotas sem graça.

Com dezoito me disseram: Agora sim você é um homem, até me alistei para servir pátria.

Aos dezenove não sabia bem qual era o meu lugar, muito menos o que estava fazendo aqui. Dissera-me que eu precisava trabalhar.

Com vinte anos descobri que a marca do seu ténis e de suas roupas podem dizer muito sobre você, ou não já que todos querem as mesmas marcas e modelos. Isso se chama estar na moda, ou seja, para estar sempre na moda seja igual a todo mundo.

 

Aos vinte e um, o namoro é sério, fui até conhecer os pais dela, tive a impressão de que eles não foram com a minha cara.

Com vinte e dois faço parte da turma do salário e da certeza. Salário baixo e a certeza de que ele não vai dar pra nada. Assim que terminar a faculdade isso vai mudar.

Aos vinte e três descobri como é perder alguém que se ama. O nome disso é morte.

Com vinte e quatro todos os meus amigos vivem me gozando, quem será que inventou esse tal jogo do bicho?

Aos vinte e cinco, o diploma tá na mão, mas não sei se escolhi a profissão certa, alias descobri que não sei muita coisa.

Com vinte e seis disseram que eu precisava me casar. É claro que isso é brincadeira, não se pode levar familiares muito a sério, principalmente quando são seus avós te enchendo o saco porque querem bisnetos.

Aos vinte e sete disseram-me que deveria lutar para ser um homem de sucesso, só não me explicaram como era esse homem de sucesso ou o que era este tal sucesso.

Tenho vinte e oito anos, serei pai, talvez isso seja um sucesso.

Com vinte e nove descobri que recém-nascidos, são dotados de superpoderes. Eles podem te deixar uma noite acordado, chorar um dia inteiro sem causa aparente e podem causar dano caso você se aproxime demais ao trocar fraldas.

(Que mau cheiro é aquele, por Deus).

Aos trinta todos diziam que eu entraria em crise. Quanta bobagem. Não tenho a casa nem o carro dos meus sonhos, meu salário é miserável, meu filho acha que eu faço parte de uma sociedade secreta que fabrica dinheiro, minha mulher acha que futebol e cerveja com os amigos são desculpas pra farra e meu patrão jamais precisara de transplante, pois no lugar do coração ele tem uma engrenagem funcionando. E o mundo? Que mundo é esse? Quem entende essa bagunça? Crise dos trinta? Que crise?

Com trinta e um descobri que casamentos esfriam, creches custam caro, e parece que todo mundo tem aquilo que você não tem.

Aos trinta e dois descobri que precisava perder barriga e fazer exercícios, fiz amigos na academia, a maioria achava que barriga sarada, pernas torneadas e bumbum duro era o nirvana da existência. Tinha um camarada que achava seu bíceps o centro do cosmos. Abandonei a academia, vou só correr um pouco.

Querido diário. Tenho trinta e três anos, quem diria a idade de Cristo. Às vezes me sinto como ele. Para dar conta de tudo tenho que fazer o milagre da multiplicação, e olha que eu só tenho dois apóstolos, ou melhor, uma apostola e um apóstolo mirim. E caso eu ouse tomar cerveja com meus amigos sem consultar minha mulher não tenho duvidas de que ela chamara os soldados Romanos e eu serei crucificado.

Com trinta e quatro anos resolvi mudar de emprego. É claro que recebi sermões sobre estabilidade e segurança.

Disseram-me que as coisas não estavam fáceis, e eu estava cometendo uma loucura.

Aos trinta e cinco descobri que muitas pessoas estavam erradas, mudar é bom sim. Mas todos inclusive eu, temos medo de trocar o certo pelo duvidoso, o estável pela novidade.

Tudo que é novo carrega consigo a sina de ser perigoso por ser desconhecido, e isso nos causa temor, preconceito e desconfiança. E olha que eu só estava querendo um emprego novo.

Querido diário. Tenho trinta e seis anos, acabo de me tornar um homem de sucesso.

Financiei um lindo terreno e comprei um carro.

Sinceramente o terreno está abandonado e cheio de mato, e o carro está bem velho.

Eu vejo um terreno cheio de mato, minha mulher vê uma linda casa com um belo jardim.

Minha mulher vê um cacareco sobre quatro rodas, eu vejo o possante dos meus sonhos.

Com trinta e sete, descobri que de terreno cheio de mato até a casa dos nossos sonhos e de cacareco (apelido carinhoso de minha mulher para meu carro) até o carrão que eu imaginava, alguns gastos e dores de cabeça serão inevitáveis.

Aos trinta e oito se aproximou de mim um sujeito e com um português muito ruim me disse:

Tem um monte de tempão que você não joga bola comigo, e não me leva pra passear. E agora não quer me deixar brincar lá fora com meus amigos, tó bravo!

Isso me chocou, aquela criatura brava de olhos injetados era meu filho.

Com trinta e nove numa tarde qualquer, estava suado e cansado, eu e meu filho estávamos apostando corrida. É claro que ele ganhou.

Fomos comer cachorro quente e rimos a valer pra comemorar sua vitória.

Quando corremos contra o tempo, pelo patrão, pelas contas, pelo dinheiro ou simplesmente sem saber para onde estamos indo corremos o risco de ter estranhos que chamamos de filhos crescendo sob o nosso teto.

Prometi prestar mais atenção a isso, antes que um cara de dezoito anos venha me pedir emprestado a chave do carro, enquanto eu fico procurando aquele moleque de três anos que quebrava tudo dentro de casa.

Depois de muita corrida, risada e cachorro quente levei minha mulher para jantar e depois… Bem isso não é de sua conta diário.

Aos quarenta anos minhas pernas doem depois da corrida, preciso de óculos para ler livros que anos atrás, eu lia a luz de velas. Acho que já não se fabricam velas tão potentes assim.

 

Querido diário. O que realmente me preocupa, não são os meus quarenta e um anos, e sim a minha discussão com minha esposa.

Ela não gostou da cor das paredes, e me acusa de matar as plantas de seu jardim, todas as vezes que lavo o carro, (que por sinal, é seminovo).

OBS: Vou ter que comprar mais tinta e levar o carro para lavar no posto.

Com quarenta e dois anos descobri que ajudar seu filho com a lição de casa pode te mostrar muitas coisas, como por exemplo: que você é péssimo em Matemática, que a Geografia mudou e que seu filho de treze anos, sabe mais sobre reprodução humana do que você sabia aos dezoito. Falando em reprodução humana, eu e minha mulher contamos a ele, que ele ganhará uma irmãzinha.

(É diário você achou que eu estava morto né? Mas estou na ativa, hahahahaha.).

Aos quarenta e três descobri que estou com sono acumulado, que fraldas descartáveis custam muito mais caro que aquelas de pano – descobri também que aquele som potente e afinado que eu ia comprar para o carro não faz mais sentido, minha pequena princesa possui um igualzinho na garganta.

Dizem que a vida começa aos quarenta.

Que maravilha isso é que é noticia boa. Só não sei o que essas rugas estão fazendo na minha testa e nos meus olhos, já que tenho apenas quarenta e quatro.

Quarenta e cinco anos agora sim a casa esta linda, com a cor que minha mulher tanto queria não que eu tenha achado lindo, mas ela não precisa saber disso.

Meu filho e eu estamos mais unidos do que nunca, estou aprendendo muito sobre Matemática, Geografia e Pop Rock.

Minha filha esta linda. Anda muito, fala muito, quebra tudo, arranca as flores da mãe e ainda sobra tempo para puxar o rabo do gato e comer a ração do cachorro.

Meu carro? É zerinho.

Minha mulher é linda, vamos completar vinte anos de casados.

Brigas, ciúmes, diferenças, minha família, a família dela, esquisitices, nada disso conseguiu nos separar. Descobri que existe uma enorme diferença entre viver com alguém, e conviver com alguém.

O tempo passa as coisas esfriam, mas se o sentimento for sincero e houver respeito e cumplicidade, o resto sempre tem solução.

Quarenta e seis aninhos. Vinte anos de casados, hoje a noite vai ser quente comprei um lindo presente para ela, hoje seremos os devassos do sexo e depois vamos morrer de rir um do outro. Talvez isso seja um sucesso.

Aos quarenta e sete descobri que meu filho não será bombeiro e também não salvara o mundo. Ele decidiu que vai salvar apenas os bichos, ou melhor, os animais. Ele me disse que bicho soa muito infantil e antiprofissional. Ele será Veterinário.

Minha filha aproveitou a ocasião para comunicar que será bailarina ou astronauta.

Com sua curiosidade e o tanto de perguntas que faz deveria ser Jornalista.

Querido diário. Tenho quarenta e oito anos, quem diria. A jornada até aqui passou num piscar de olhos. Hoje resolvi fazer um balanço da minha vida e traçar planos para o futuro, mas hoje não posso mais escrever, minha mulher quer fazer compras e esta no seu período de T.C.P.A. Eu criei este termo para substituir a T.P.M.

(Tenta Contrariar Pra ver o que Acontece).

Com meus quarenta e nove anos, perdemos um membro da família. Eu em particular perdi um grande amigo.

Ele era bondoso, gentil e estava sempre disposto a nos consolar. Tinha seus defeitos é claro. Fazia cocô em qualquer lugar, comia o sofá e fazia xixi nos pneus do meu carro.

Fox descanse em paz, você sempre foi um excelente cachorro.

 

Estamos no inverno, tenho cinquenta anos.

Minha filha esta resfriada e precisa de cuidados, e é claro que ela sabe disso, pois faz chantagem emocional para conseguir o que quer.

Minha mulher esta fazendo pipoca e chocolate quente, meu filho foi até a locadora buscar o desenho preferido dela e eu estou colocando colchões, cobertores e travesseiros no chão onde vamos comer e assistir desenhos. Minha filha sabe fazer chantagem como ninguém.

Aos cinquenta e um anos nossa casa finalmente esta totalmente terminada do jeitinho que queríamos o jardim de minha mulher esta lindo, ela colhe flores e espalha pela casa. Temos um novo cachorro, que alias come as flores de minha mulher. Ela vive prometendo que qualquer dia desses vai servi-lo no jantar.

Quando tinha cinquenta e dois anos me senti velho, assustado, acabado e confuso, mas não era pela minha idade é que é exatamente assim que você se sente quando descobre que será avô.

Minha mulher? Bem minha mulher saiu para comprar creme antissinais.

Aos cinquenta e três entendi o porquê dizem que ser avô é ser pai duas vezes. Minha neta é linda, sinceramente acho que ela puxou pra mim.

Quando meu filho nasceu me ajudou a ser um homem melhor mesmo sem nunca saber disso. Acho que é hora de contar.

Minha mulher é a avó mais coruja do mundo, comprou tanta roupa de recém-nascido que meu filho pode ter mais uns dois sem ter que se preocupar com isso.

Com cinquenta e quatro anos voltei a fazer coisas que me davam prazer.

Troquei a fralda mais fedida do planeta terra, recebi um jato de vomito dentro da minha sopa, e depois do xixi numa camisa nova coloquei minha linda neta para dormir entre arrotos de satisfação e puns que fariam até os do meu cachorro ser suportáveis.

Eu realmente não sei se minha filha cresceu muito ou se suas roupas encolheram. O que sei é que não gosto que ela saia por ai mostrando as pernas. Ela já usa até sutiã, mas assim que digo algo ela responde: Pai você tem cinquenta e cinco anos e não entende nada de moda. Acho que ela tem razão.

Aos cinquenta e seis, consegui comprar um terreno com o dobro de mato por metro quadrado que o primeiro. Eu cheio de pompa chamava aquilo de meu sitio.

Minha mulher chamava de “Aquilo” mesmo.

Querido diário hoje com cinquenta e sete anos, decidi criar bichos, ou melhor, animais como diz meu filho.

Não entendo muito de animais, mas tenho o melhor Veterinário do mundo ao meu lado e minha neta tem um talento nato para arrebanhar às galinhas. Basta ela começar a correr atrás delas e não fica uma fora do galinheiro.

Hoje é dia mundial de pintura de cerca, nem os sogros do meu filho escaparam. Estou me aposentando aos cinquenta e oito anos e isso merece uma comemoração, trouxe todos para pintar a cerca de nosso sitio. É claro que entre nós a pessoa que mais entende de pintura é minha neta. Ela já pintou um pedaço da cerca, um chumaço de grama, minha bota, o chapéu da avó e da ultima vez que a vi ela estava tentando pintar o rabo de uma vaca.

Ter cinquenta e nove anos é como ter cinquenta e nove motivos para ser feliz e outros cinquenta e nove motivos para se lamentar por algumas coisas e se orgulhar de outras. Pode acreditar é assim com todo mundo.

Não tem mistério nem efeito colateral. Descobri que envelhecer ao contrario do que se pensa não dói com exceção de minhas costas.

Aos sessenta anos minha filha me revelou seu sonho. Não seria bailarina nem astronauta e muito menos jornalista, ela me disse que queria ajudar as pessoas por tanto seria Médica. Teria que partir para estudar.

Inconformado, mas orgulhoso deixei meu bebe partir.

(Já reparou diário que para os pais os filhos nunca crescem?).

Meu sitio é um sucesso. Tenho sessenta e um anos. Eu, minha mulher e minha neta cuidamos da horta. Estamos literalmente plantando para colher mais tarde, hahahaha, entendeu diário? É eu sei, essa foi meio sem graça.

Almoço de família é sempre uma oportunidade de estarmos perto daqueles que amamos, meu filho usa essas ocasiões para tentar me matar do coração. Tenho sessenta e dois anos, serei avô pela segunda vez.

Quando se é um casal jovem, brigamos por ciúmes, diferenças e etc.

Quando se é um casal como eu e minha mulher, brigamos por coisas diferentes.

Eu brigo com ela porque ela nunca lembra onde “eu” guardei minhas coisas. Ela briga comigo porque tenho sessenta e três anos, e ela diz que preciso cuidar mais da saúde, à noite rimos um do outro e competimos para ver quem esta com o pijama mais ridículo, eu sempre ganho, pois o dela está furado.

Aos sessenta e quatro anos tenho outra mulher em minha vida.

Ela tem os meus olhos, mas o rosto eu confesso é a cara da minha mulher.

Mais uma neta, mais fraldas, mais vómitos e minha mulher a mesma avó coruja de sempre.

Com sessenta e cinco anos as coisas vão muito bem. O nosso pé de manga está carregado, eu e minhas netas estamos numa competição acirrada para ver quem faz mais lambança chupando manga, minha mulher se lamenta já que é ela que lava a roupa, mas acabou se rendendo ao meu charme e veio chupar manga com a gente.

Trocamos um beijo molhado, sabor manga.

Com sessenta e seis anos ganhei um grande presente, minha menina esta de volta.

Agora é uma Doutora cheia de histórias pra contar, ela tem até um jaleco branco e um daqueles aparelhinhos que se usa para ouvir o coração.

Hoje estou me sentindo a elegância em pessoa, não imaginei que ainda usaria uma gravata. Tenho sessenta e sete anos, vou levar minha menina ao altar. Ela esta linda, já minha mulher esta horrível, não para de chorar um minuto.

Tenho uma nova ajudante em meu sitio, minha neta mais nova descobriu que minhocas vivem em baixo da terra, e não cansa de procurar por elas. Quando as encontra, querendo ou não tenho de ir pescar, pois fui eu que lhe ensinei que os peixes adoram minhocas. As opções eram as seguintes:

Eu ia pescar, ou ela deixava as minhocas no sofá. Segundo sua teoria em baixo da terra era quente, portanto se eu não usasse as minhocas elas ficariam com frio, sendo assim ela escolheu o sofá que era quentinho como seu deposito de minhocas.

Minha mulher me olha com aquele olhar de quem me fará comer as minhocas a qualquer momento.

Querido diário. Tenho sessenta e oito anos e nunca pesquei tanto em minha vida.

Tenho sessenta e nove anos, descobri que estou um pouco doente minha mulher disse que caso eu não morra ela mesmo me mata.

Seu olhar agora é do tipo, eu avisei, eu avisei.

Disseram-me para repousar, e não cuidar do sitio, com certeza estão fazendo um complô para adiantar minha morte, como posso ficar longe dos meus bichos, ou melhor, animais?

Estão todos em volta de mim, às pessoas que mais amo no mundo estão aqui para comemorar meus setenta anos. Com certeza este é o dia mais feliz da minha vida.

Minha filha esta esperando um menino.

Minha mulher às vezes chora num canto escondido quando percebe que os remédios não estão fazendo efeito. Por mim não tomaria remédio algum, sei que tudo vai terminar bem.

Tenho setenta e um anos de idade, me lembro de que aos três correr e me equilibrar era difícil, hoje andar e me equilibrar também é um desafio. Doenças degenerativas fazem seu corpo apodrecer como fruta que foi tirada do pé.

Meu neto é lindo.

Minha mulher não entende, mas rezo para que seja eu o primeiro a partir. Por Deus o que eu faria sem ela por aqui?

Querido diário lembra quando aos vinte e cinco eu descobri que não sabia muita coisa? Pois bem, hoje sei algumas, sei, por exemplo, que esse tal homem de sucesso não existe. Procurei-o em meus carros, na minha conta bancaria na cerca pintada de branco do meu sitio, nas comidas, nas viagens e nos objetos que comprava e posso afirmar diário ele não estava lá.

Querido diário hoje é meu aniversário de setenta e dois anos.

Minha respiração é curta e meu peito doe um pouco, estou sozinho por algumas horas. Estão todos cuidando dos preparativos de minha festa.

Querido diário você precisa ver minha mulher, ela esta mais bela do que nunca, me pergunto como alguém pode ser tão linda suja de terra enquanto colhe flores ou fica brava limpando minhocas do sofá?

E meus filhos querido diário? Reparou como são lindos? Seguiram bons caminhos e no fundo é isso que importa em nossas vidas.

Minhas netas e meu neto são a minha cara.

Apaixonei-me por varias mulheres, mas amei apenas uma a vida inteira. Criei filhos, trabalhei muito, retirei mato de um terreno para construir ali meu sonho, coloquei cada tijolo como se fossem pedaços de minha vida, untei com argamassa forte para que igual a minha família jamais se separasse, plantei coisas e as vi crescer, pois só assim entendemos o verdadeiro valor das coisas. É preciso plantar com nossas próprias mãos.

Ninguém jamais será uma pessoa de sucesso, se não viver o que eu vivi diário.

Trocar fraldas, reformar um cacareco, correr atrás de galinhas, chupar manga embaixo do pé, rir as gargalhadas depois de fazer amor, ver seus filhos bons e bem encaminhados, comer cachorros quentes para fazer as pazes, pintar uma cerca de branco e poder contemplar todos os dias um lindo jardim como o de minha mulher. Foi só ai que encontrei meu estrondoso sucesso diário.

Claro que fui um sucesso, estou deitado em um sofá quente e confortável. Você me pergunta qual é o sucesso disso?

Eu lhe respondo.

É que ele esta cheio de minhocas. Adeus diário.

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*****

O escritor Paulo Joaquim é brasileiro, Pernambucano, tem 37 anos. É professor de filosofia, locutor, palestrante, escritor, apaixonado por fotografia, música, literatura e por tudo o que tem o cheiro de vida.


 

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Um ponto oito (Yasmim Santos)

13536064_715912118551784_1069642355_nAos dezoito anos de idade, você percebe que esses números eram apenas um dos motivos para dar respostas aos pais. Você fazia planos para ir morar na cidade grande, pensava em fazer festas no apartamento novo, e até imaginava que iria para os lugares mais badalados da cidade. “Já sou maior de idade, e o que eu estou fazendo em casa em pleno domingo à noite?”.

Você batia no peito com orgulho e dizia que era dono do próprio nariz e que ninguém iria impedi-lo de sair pra algum lugar. E olha só pra você agora, não consegue nem sair da própria cama. Você muda de canal o tempo todo, e suas séries favoritas tornaram-se aqueles tais amigos que sempre falavam pra contar com eles no final de semana. Parece que as coisas mudaram não é mesmo?

Você anda cansado pelas ruas da cidade movimentada, caminha entre os estranhos e desconhece as feições das pessoas ao seu redor. Você conta mentalmente os andares dos prédios. Você observa as pessoas da janela do ônibus fazendo malabarismos nos semáforos e sua imaginação vai além, as pessoas e inclusive você se viram nos trinta.

“Mas lá na minha cidade não era assim…”

“É meu amigo, então se adapte.”

Você tenta diferenciar os detalhes dessa cidade. Você conta para as pessoas sobre os mitos, as lendas e das raras tragédias daquele lugar. Você não se preocupava com a distância entre os bairros, e muito menos com a quantidade de gasolina no automóvel porque você sabia que lá você praticamente dependia somente dos seus pés para se deslocar pra outro lugar, ou até mesmo para andar a cidade toda sem precisar gastar absolutamente nada, a não ser com o seu suor.

Você sabia o sobrenome daquelas pessoas, e se alguém duvidasse, você sabia até os estilos musicais de cada uma delas. E isso era o que te deixa despreocupado e seguro ao mesmo tempo, porque você também sabia o quão importante era está entre aquelas pessoas e está ali naquele lugar. Mas você não está mais lá. Você foi embora, você teve que ir.

Os quilos, a idade e as contas aumentam… Mas crescer talvez seja isso, suas responsabilidades crescem e você ganha mais espaço aí dentro. Você tenta imaginar onde estão aqueles velhos colegas de classe do ensino médio. Você provavelmente perderá os contatos deles, e irá se questionar pra onde eles foram, e o que estão fazendo agora. “Será que eles estão fazendo a faculdade de seus sonhos?”.

Você também irá se surpreender quando abrir suas redes sociais, o seu feed de notícias estará com postagens de que fulana de tal se casou, fulana de tal engravidou e por aí em diante. Não que isso seja um problema ou o fim do mundo.  Mas são as nossas escolhas, nossas escolhas é que são culpadas não é mesmo? Longe de qualquer julgamento, vale ressaltar que sempre haverá novos ciclos e novos desafios. Tente ser forte o bastante para isso.

Então logo você se sentirá sozinho. E a saudade da família estará cada vez mais forte. Você irá perceber que toda a curtição que você planejava antes se tornou em pilhas e mais pilhas de livros para ler. Você irá recusar as baladas, os cinemas, talvez até mesmo o namorado só para ficar em casa estudando. Haverá dias em que você vai sentir vontade de aumentar o volume da música no máximo e ficar dançando pela casa, mas irá lembrar que o vizinho ao lado não irá gostar do seu estilo musical. E você vai respeitar isso.

Haverá dias de cansaço, e aquela outra vontade de querer desistir de tudo. Mas você é forte e você sabe disso. Lembre-se de sua família, eles estarão com você mesmo de longe e mesmo em pensamentos. Chegará o dia em que você finalmente irá dizer: “eu consegui!” e toda a sua família estará nesse dia para aplaudi-lo.

Algo me fez refletir sobre esses detalhes da vida e senti uma vontade absurda de escrever e contar um pouco dessa realidade que é maquiada por sonhos e desejos.  Pensando bem, acho que superei aquela antiga pendência de menina insegura e cheia de expectativas (que Deus me perdoe), mas quem nunca tentou impressionar alguém quando perguntavam a nossa idade? É claro que a resposta passava um pouco longe.

Mas sabe o que é mais engraçado nisso? É que hoje eu realmente me dei conta de que a realidade às vezes nos surpreende muito. Você tinha quinze anos e queria tanto ter os dezoito, e hoje o seu desejo se tornou o oposto disso. Os anos se passam, e até o seu irmão mais novo fica mais alto do que você. Mas quer saber? Acho que me tornei uma pessoa mais sonhadora, os desejos dentro mim querem explodir meu corpo, eles estão agitados e dizem: “realize-se, liberte-se…”.

Vejo um filme passando na minha cabeça agora, parece que foi ontem quando vi minha família e minhas amigas no meu aniversário de 15 anos. Consigo fechar os olhos e ver em câmera lenta todas aquelas pessoas sorrindo e olhando para mim, consigo ver a garota que eu era. Pobre menina… Sonhava em ir pra cidade grande, e olha só onde ela está agora. Na famosa cidade de pedra, entre desconhecidos e entre a vida que a desafia todo o santo dia.

*****

Yasmim Santos – Amazonas

Yasmim Santos

Nascida em 1997 na cidade de Anori, interior do Amazonas, Yasmim Santos é estudante de jornalismo, blogueira e escritora. Após o ensino médio mudou-se para Manaus para realizar seus maiores sonhos. Com poses delicadas, sorriso discreto e olhar misterioso, é apaixonada por livros, flores, artes e literatura. Em 2015, participou da Antologia de Prosadores e Poetas Brasileiros Contemporâneos, publicado pela Porto de Lenha Editora. Seu refúgio favorito é o blog O Diário de Mistérios, na qual expressa seu cotidiano, sentimentos, e desabafos de uma interiorana que ainda tenta adaptar-se na cidade de pedra.

Saiba mais em: http://www.odiariodemisterios.blogspot.com

 

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Espelho, espelho meu (Giovana Xidieh)

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Sempre me foi difícil manter a noção do tempo entre as mudanças de estações.  Eu passo o verão com a sensação de tudo parecer mais cedo do que realmente é e o inverno achando que sempre é tarde demais.

Dentre os meus pequenos prazeres, olhar no relógio e perceber que ainda tenho tempo é um dos mais reconfortantes. Seja no meio do congestionamento, a hora em que eu acordo ou no domingo depois que já escureceu.

Nós passamos um tempo precioso das nossas vidas correndo atrás do próprio tempo.

A primeira vez em que eu me considerei velha demais para mudar foi quando eu tinha uns 19 anos. Uma das minhas maiores angústias: não sentir que poderia largar tudo para trás e começar de novo. O medo bem no centro de todas minhas decisões. Medo de arriscar, de mudar, de parecer ridícula, de fracassar e então não ter mais um sonho para perseguir.

E num piscar de olhos, quinze anos passam como um sopro. Quando as pessoas me perguntavam como eu havia mudado tanto e chegado na carreira em que estava, minha resposta era sempre a mesma: life happened. A sensação inevitável de estar ficando mais velha a cada segundo, mais responsável pelas consequências de tudo, por mim mesma e pelo rumo da minha vida. É preciso conseguir coisas, pagar contas, ter um futuro, ser respeitável, pagar o seguro, procriar. Ser grande. Ser alguém. Sendo que no fim do dia a sensação era sempre a mesma, eu mal conseguia dar conta de mim mesma. Eu me deitava a noite dias e dias a fio sem conseguir dormir, me perguntando quem diabos eu havia me tornado.

Já viu uma daquelas citações ou textos emotivos questionando o que você diria para o seu eu mais jovem?

Pois é.

E se o seu eu mais jovem pudesse te dizer algumas coisas? O que será que ele te diria?

Uma única vantagem eu encontrava na minha vida: eu tinha a oportunidade de trabalhar com as pessoas mais incríveis do mundo. Todas elas respondiam pelo título de alunos. É o laço mais fantástico que eu já tive com alguém. É mágico. Eram os únicos momentos do dia em que eu me sentia justificada. Aqueles rostos cheios de expectativa, cheios de sonhos. As ingenuidades e confissões que eles soltavam, me fazendo dar risada e derretendo um pedacinho do meu coração duro.

Mas, era preciso ser mais, conquistar, ir além, ser alguém, ser respeitável. Logo, eu escolhi uma vida mais de gente grande do que tinha até então e os momentos com aquelas pessoas sensacionais foram minguando, ficaram quase inexistentes, muitas vezes parecendo mais uma chateação do que outra coisa.

Até o dia em que eu entrei na minha única turma para dar a minha única aula da semana. E nela tinha essa aluna. Com o mesmo nome que eu. Com os mesmos gostos. A mesma empolgação que eu tinha naquela idade. O mesmo corte de cabelo. Me perguntando sobre o meu piercing e as minhas tatuagens (que precisavam ser escondidas no mundo dos adultos respeitáveis, tamanha aberração, oras!). Conversando sobre sonhos e expectativas entre um ou outro exercício.

Eu me sentia olhando através de um espelho mágico. Como se eu tivesse voltado no tempo. Aquilo me fazia ficar com o coração apertado, mas eu não sabia dizer o porquê.

Eu tinha uma vida boa. Eu era alguém. Eu vivia para o meu trabalho e eu gostava muito dele.

Ou pelo menos era o que a eu adulta me dizia todos os dias.

E se eu não tivesse tido tanto medo?

E se eu tivesse arriscado?

Numa fração de segundos essas coisas surgiam na minha cabeça, só para eu afogá-las em seguida.

E foi num dia qualquer, sem grandes acontecimentos, que ela pediu se podia escolher uma música para ouvirmos durante uma atividade. É claro que eu disse que sim. Era como se eu pudesse ouvir a mim mesma quando tinha 13 anos e acreditar no que ela tinha para me dizer.

E então eu sentei num das carteiras com eles, dentro das minhas roupas sociais, e ouvi aquela música que falava de cidades com as quais eu tinha sonhado um dia. De amores que eu enterrei no passado e jurei que poderia muito bem viver sem. De estar onde eu me encontrava naquele momento da vida e como tudo aquilo era tão amargamente real que eu não sabia mais dizer se era bom ou ruim. Sobre medos, todos os meus medos que eu deixei que me levassem até ali. Sobre vagar por um lugar desconhecido e contar com estranhos. Sobre sonhar e momentos mágicos em que você pode mudar tudo o que quiser. Sobre procurar e encontrar um lar que você reconheça como seu. Me lembro dos meus olhos encherem de lágrimas enquanto eu disfarçava, ajeitando alguma coisa no meu material.

Foi como se a eu de 13 anos, de repente, sem pedir licença, voltasse a existir e tomasse as rédeas da bagunça toda que eu tinha feito.

Talvez aquela garotinha nunca tenha ideia do que ela trouxe de volta para a minha vida naquele dia. É incrível como uma música pode mudar a nossas vidas. Uma fagulha tão forte se acendeu que dali para frente foi inevitável. Tudo que se desencadeou fugiu do meu controle. Os ventos da vida sopraram tão fortes que eu não pude ignorá-los mais.

E pela primeira vez em toda minha vida, eu não achei que era tarde demais para mudar e começar de novo. Foi então que eu me recusei a continuar acreditando nas minhas próprias mentiras. Que eu me permiti sentir que eu estava viva. Que eu decidi arriscar tudo.

Agora, eu não sei qual a próxima parte da história, mas eu tenho certeza que ela está nas minhas mãos.

O futuro não é mais assustador. O futuro é excitante.

***

Giovana Xidieh

Giovana Xidieh é autora de contos e romances, além de publicar seus devaneios no blog “O caminho de casa”. Formada em Psicologia e Letras, com especialização em Literatura, atua na área da educação desde 2001.

Leia mais em: https://giovanaxidieh.com/

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ANDO POR AQUI (ANGELA GASPARETTO)

 foto brigitte-bardot-para ser inserida na publicaçãoAndo por aqui e vejo tudo.  Por aqui sinto tudo.

Por aqui, observando as pessoas de anos atrás, vendo através delas, sentindo seus dramas e seus porquês.

Ando por aqui, por estas ruas estreitas, por entre suas árvores densas, por sobre suas pedras soturnas, por suas casas loquazes.

Ando por aqui onde a alegria sobrepujou a tristeza. Por aqui onde os sonhos tecidos, foram por aqui hoje diferentemente concretizados.

Ando por aqui por entre pessoas solícitas e por entre as sarcásticas também. Por aqui tento aparar as arestas e por aqui quebro todos os meus paradigmas.

Ando por aqui desnudando a mim mesma, quebrando parâmetros estabelecidos.

Aqui onde ando, encontro meu eu mais antigo, piso o chão da terra que me gerou, reergo-me fora dos padrões que eu própria criei.

Ando por aqui. Por aqui, eu me vejo  por onde andei cega e por aqui eu também me reencontro, onde andei perdida.”

*****

angela-a

Ângela Gasparetto é uma autora entusiasta. Seu gênero preferido é crônicas e contos.

 Em 2012 participou do projeto “Palavra é Arte” em conjunto com outros autores, onde teve algumas das suas crônicas publicadas. Atualmente também é colaboradora semanal do Caderno Literário “Jornal Comércio da Franca” e Portal Digital GCN. Em 2015 teve uma das suas crônicas classificadas entre as 15 melhores no Concurso Crônicas Rubem Braga do Sesc-DF.

 Seus autores preferidos são Machado de Assis, Érico Veríssimo, Rubem Braga e Fernando Sabino.  Seu hobby favorito é ler e para não enlouquecer, escreve.

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Machado é Machado!

machado

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10 dicas úteis para sermos eternos inúteis

1 – Tenha medo de arriscar
2 – Dance conforme a música
3 – Faça igual a todo mundo para não correr o risco de ser “o diferente”
4 – Faça seu trabalho apenas pelo dinheiro
5 – Diga não aos planejamentos
6 – Gaste mais do que ganha
7 – Produza menos, durma muito
8 – Leia menos e assista mais TV
9 – Não faça network
10 – Pare de cultivar os laços familiares

Corremos o risco de sermos eternos idiotas, para isso, incontinentes, atentemos aos passos supracitados.
― Jackson da Mata

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Confira o significado do Hino Nacional Brasileiro, por Wayne Tobelem dos Santos

Palavras do Hino Nacional
Utilizando uma linguagem fácil, o autor  explicou muito bem uma das maiores riquezas de nossa nação, da pátria amada Brasil. Confira:

1. Ouviram do Ipiranga às margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante

As margens plácidas do (rio) Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heróico.
Plácido quer dizer calmo. Dom Pedro I vinha de Santos, ao longo do rio Ipiranga, quando tomou a corajosa decisão de declarar a independência do Brasil.
Brado é grito. Retumbante é estrondoso, barulhento, para fazer um contraste com a placidez das margens.
Poderíamos parafrasear (escrever de outra forma) este verso assim: As margens calmas do rio Ipiranga ouviram o grito estrondoso de um herói (Dom Pedro I), que representava todo o povo brasileiro.
O riacho Ipiranga nasce junto ao Zoológico de S. Paulo. Era de costume na época inverterem-se as frases à moda latina.
2. E o sol da liberdade em raios fúlgidos
Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Fúlgido significa brilhante.
Mas não dava prá dizer: “raios brilhantes brilhavam” porque iria parecer repetitivo e pobre. O grito de “Independência ou Morte” transformava uma nação colonial, dependente de Portugal, em um novo país autônomo e livre. Duque Estrada compara a liberdade a um sol brilhante que ilumina o céu (Pátria), antes obscurecida pelo colonialismo.
3. Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Penhor equivale a garantia, segurança. É comum a gente penhorar algo de valor (em troca de dinheiro) e receber um papel que garanta a recuperação daquilo que foi penhorado. O Brasil passou a ser independente e, portanto, conquistou o penhor da igualdade, ou seja, daquele momento em diante, Portugal e Brasil eram nações iguais, sem que uma fosse superior à outra. E a frase continua, dizendo: o nosso peito desafia a própria morte.Simplificando: agora que o povo brasileiro conquistou seu passe para a liberdade, através de sua força e coragem, inspirado nesta nova liberdade não hesitará em enfrentar a própria morte (isto é, se tiver de lutar e morrer, o povo não sentirá medo). A frase pode ser reescrita assim: através de nossa coragem conquistamos uma igualdade de condição com quem antes era nosso colonizador e, para manter esta situação de liberdade, estamos prontos a sacrificar a própria vida.

4. Ó Pátria Amada,
Idolatrada
Salve! salve!

Idolatrar é transformar algo ou alguém em ídolo, como se costuma fazer com artistas de modo geral. Salve equivale a uma saudação. Originalmente se dizia; “Deus te salve!”

5. Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu risonho e límpido
A imagem do Cruzeiro resplandece!

Vívido é intenso, ardente, vivo. Formoso é belo. Límpido significa transparente, claro. Resplandecer equivale a brilhar ou luzir intensamente. Aqui o poeta compara o Brasil a um sonho intenso, porque ainda tem muito a realizar. Sabe-se que o Cruzeiro do Sul é uma constelação que aparece no céu do Brasil. Ela tem a forma de cruz, que nos lembra Jesus Cristo e as práticas cristãs. Portanto, vamos refazer os versos para entender o sentido: O Brasil é como um sonho intenso e, já que em nosso céu límpido a cruz de Cristo resplandece, desta cruz desce um raio brilhante que ilumina o Brasil. Ou seja, o Brasil está sob o amparo e a proteção de Cristo.

6. Gigante pela própria natureza
És belo, és forte impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Se você olhar o mapa mundial, vai notar que o Brasil é o quinto maior país do mundo (depois de Rússia, Canadá, Estados Unidos e China). Com mais de 8.500.000 de Km2, o Brasil é naturalmente gigantesco.
Note que às vezes os poetas têm o costume de falar diretamente com as coisas, como se elas fossem pessoas: “és belo, és forte…”
Impávido significa sem medo: destemido, corajoso. Colosso é uma pessoa ou objeto de tamanho muito grande.
Vamos reescrever a frase: Tu (Brasil), és belo, forte e, graças ao tamanho imenso que a natureza te deu, não tens medo de nada. Além disso, a tua grandeza de hoje vai se revelar no futuro.

7. Terra adorada, entre outras mil,
És tu Brasil, ó pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!

Este trecho é mais fácil de se entender, embora também utilize algumas inversões:
Brasil, tu és nossa terra adorada e te escolhemos entre outras mil terras; tu és nossa pátria amada, mãe gentil (carinhosa) dos filhos deste solo (de nós, brasileiros).

8. Deitado eternamente em berço esplêndido
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Esplêndido é maravilhoso, deslumbrante. Fulgurar é brilhar, resplandecer. Também pode significar distinguir-se ou sobressair (entre outros). Florão é uma decoração bonita e grande em forma de flor.
A idéia que Duque Estrada quer transmitir é a de que a localização geográfica do Brasil é mesmo muito privilegiada: as montanhas, as matas, os rios, toda a natureza formam a imagem de um berço (porque, além do mais, o Brasil, uma nação que se tornara recentemente independente, era como um imenso país recém-nascido).
“Ao som do mar”, porque temos um litoral vasto com belíssimas praias; “e à luz do céu profundo”, isto é, ensolarado, típico dos trópicos.
O “sol do Novo Mundo” coloca o Brasil mais uma vez como uma nação jovem e promissora. O velho mundo (Europa) conquistou e colonizou o novo mundo (América).
Vamos reescrever: Brasil, tu possuis uma localização espetacular, com uma natureza rica, muito mar e sol. Por isso, entre outras nações da América (Novo Mundo), tu te destacas como um florão.

9. Do que a terra mais garrida
Teus risonhos lindos campos têm mais flores,
“Nossos bosques têm mais vida”,
“Nossa vida” no teu seio, “mais amores”.
Garrida é colorida, alegre, vistosa.

Teus risonhos lindos campos têm mais flores do que a terra mais garrida (vistosa). Ou seja, nossa natureza é mais colorida e bela que a de outras terras.
Nossos bosques têm mais vida (mais beleza e vitalidade).
Nossa vida, em teu seio (dentro de ti, Brasil), mais amores.
Equivale a dizer que nós, brasileiros, por vivermos no Brasil, somos mais capazes de amar.
As aspas são usadas por Duque Estradas no original, pois representam citações dos versos de Gonçalves Dias em “Canção do Exílio”:

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá…
…Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas varzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.

10. “Ó Pátria amada,
Idolatrada
Salve! Salve!

Idolatrar é transformar algo ou alguém em ídolo, como se costuma fazer com artistas de modo geral.
Salve equivale a uma saudação. Originalmente se dizia: “Deus te salve!”

11. Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado
Ostentar é mostrar com orgulho.

Um lábaro era um estandarte muito usado pelos romanos e aqui está representado por nossa bandeira, repleta de estrelas. O poeta compara a bandeira a um estandarte e deseja que ele represente o amor eterno.
O verso está invertido. Deve-se ler: Brasil, o lábaro que ostentas estrelado seja símbolo de amor eterno.
O poeta está tentando dizer: tomara que as estrelas da tua bandeira sejam símbolo de amor eterno.

12. E diga ao verde-louro desta flâmula
Paz no futuro e glória no passado.

Flâmula aqui, é sinônimo de bandeira. O louro é uma planta. Com seus galhos e folhas os imperadores romanos eram coroados. Portanto, simboliza poder e glória. Mais uma vez, vamos olhar para a bandeira. Duque Estrada torce para que o louro da bandeira simbolize um poder que venceu batalhas gloriosas no passado, quando isso foi necessário para se conseguir a independência, mas só deseja paz daquele momento em diante, pois o verde, além da esperança, também simboliza a paz.

13. Mas se ergues da justiça a clava forte
Verás que o filho teu não foge à luta,
Nem teme quem te adora a própria morte.

Clava é um pedaço de pau pesado (mais grosso numa ponta que na outra), que era usado como arma.
Vimos que, no verso anterior, o poeta sonha com a paz no futuro.
De repente, entretanto, este novo verso diz: mas se ergues (levantas) a clava forte da justiça, ou seja, se o país tiver de lutar contra a injustiça, verás que um brasileiro (filho teu) não foge à luta (enfrenta a guerra).
E quem te adora não teme nem a própria morte, quer dizer, os brasileiros adoram tanto o seu país que seriam capazes de sacrificar suas próprias vidas para defendê-lo.

14. Terra adorada, entre outras mil,
És tu, Brasil, ó pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria Amada, Brasil!

Este trecho é mais fácil de se entender, embora também utilize algumas inversões: Brasil, tu és nossa terra adorada e te escolhemos entre outras mil terras; tu és nossa pátria amada, mãe gentil (carinhosa) dos filhos deste solo (de nós, brasileiros).

Fonte: Wayne Tobelem dos Santos
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